Não se pense que
o degradar deste
muro começou
ontem nem tão
pouco que aque-
les a quem se pa-
ga para que isto
não aconteça a-
penas começaram agora a ser desleixados. Não.
Eles são desleixados por natureza, incompetentes
e acham que isto não lhes diz respeito. Ver nºs 106 de 07/01/2012 e 162 de 04/05/2012
Neste primeiro
caso bastaram
duas buchas e
dois parafusos.
No caso do
candeeiro dois
elétrodos, um
pedaço de plás-
tico e uma braçadeira
resolveram a questão.
Ao fim de vários me-
ses por terra só há
uma conclusão a tirar.
O desleixo e a irres-
ponsabilidade (no ca-
so do candeeiro) fica-
ram bem patentes por
parte da Câmara Mu-
nicipal de Almodôvar.
Ver nº 317 de 10 de
Setemro.
Claro que se trata de Almodôvar. Há dois meses atrás, ver nº 218 de 2 de Agosto, quando se alertou para o desleixo que é o quadro elétrico das festas e feiras na Praça da República, foi no sentido de se melhorar a situação e nunca de a tornar pior com mais desleixo e irresponsabilidade. Então o mestre de cerimónias das festas e feiras não vê isto?
Assim não vamos lá. Quem quer que tenha sido não terá reparado que os contentores estavam vazios? Os contentores são para ser utilizados.
A gracinha do ano passado repetiu-se. Façam festas e feiras mas tenham em atenção os mais elementares direitos das pessoas. O Mestre de Cerimónias, aquele que orienta a distribuição e local para os palcos e tendas, deve preocupar-se mais com os utentes dos espaços públicos. Devia ter visto um cidadão, com dificuldades em locomover-se, vindo da compras carregando o saco das ditas e depois de ter percorrido tada a Travessa da Escodidinha, voltar para trás por lhe terem barrado o caminho com um palco que teve a sua utilidade por escassas duas horas mas que permaneceu no local durante três dias. O vermelho, no ano passado, esteve lá pelo menos quatro dias. As grades à esquerda estiveram neste local um mês e as da direita ainda lá estão mas, ainda só têm três semanas.
Naturalmente que não. É uma questão de falta de atenção.