Na sequência do
publicado no post
anterior é mais
que evidente que
as pedras de lan-
cil arrancadas na
frente do Mercado
podiam muito bem
ter sido aplicadas nos arranjos junto
da Horta Nova bem como as que saíram da Ruas do
Convento e da Constituição.
Também este
monte, abando-
nado há anos, po-
dia ter sido apli-
cado na Rua da
Quinta poupando
o erário público
e acabando com
mais este desleixo.
As pedras que formam a base de apoio da cruz na Rua do Convento foram desenterradas e recuperadas para o efeito.
Nada a opor uma vez que até se poupou o erário público.
O que
não se
perce-
be é
que na
mesma
rua e obra se tenham inutilizado
pedras de lancil em bom estado para serem substituídas
por outras que parecem de qualidade inferior.
Não porque se
tenham mudado
hoje para as pis-
cinas. O que se
estranha é a au-
sência do ma-
marracho que
foi presença ininterrupta
durante mais de um ano a enfeitar o nicho do Senhor do
Calvário. Bem podiam aproveitar este interregno para utilizarem a ideia que
aqui se deixou em Agosto/2012 sem medo de que lhes caiam os parentes na lama.
Ver nº 218
Em
Agosto
de 2011
era co-
mo vê
à esq.
Hoje em dia é como se apresenta à direita
Em Maio de
2011 era co-
mo vê à es-
querda, em
Setembro de
2012 era co-
mo se apresenta à direita em cima
e, presentemente, é como pode a-
preciar na última imagem.
Tal como no post anterior estamos
num passeio público em rua de
Almodôvar.
Pode ver os nºs 13 e 313 respetivamente.
Em finais de
Maio de 2011
era como po-
de ver à es-
querda. Hoje
em dia, passa-
dos mais de 2 anos, é como se apresenta à direita e todos os responsáveis continuam a assobiar para o
lado. Trta-se de passeio público em rua de Almodôvar.
De nada adianta
alegar que é anal-
fabeto e muito
menos pensar que
tem direito a que
lhe depositem o
lixo no local apro-
priado.
O lixo é facilmente identificável,
evite que o multem e, como diz o aviso, não arrisque.