Finalmente, depois de um abandono de
vários anos, alguém se lembrou de lhes
dar alguma utilidade.
Com ou sem consentimento a verdade
é que estão reduzidas a menos de meta-
de.
Resta saber se a utilização está a ser a
melhor uma vez que persiste a dúvida
que se levantou no nº 485/Abril/2013.
Se o tivesse, provavelmente, estávamos na presença de um exemplar que muito bem podia contribuir para a alegria que sempre acompanha o achado de uma maçaroca de milho vermelho. Planta que se tem mostrado resistente a qualquer intempérie aqui se exibe para orgulho da rua que a acolhe.
Esta espécie, de fazer inveja a qualquer cultura arvense, pode ser vista e apreciada na rua mais movimentada de Almodôvar mostrando assim o grau de eficiência a que chegou a limpeza urbana.
A quem quer que se
dedique a estas pra-
ticas aconselha-se a
que reflita porque
para nos dar preju-
ízos e despesas des-
necessárias já temos
outros disparates.
Em vez de estraga-
rem património pú-
blico dediquem -se a denunciar as más práticas como seja a falta de fiscalização em certas obras.
O bebedouro em causa foi reparado há pouco mais de um mês. Ver 575/Agosto 2013

O normal e natural
era que os sinais ti-
vessem sido substi-
tuidos ou recupera-
dos e até a priorida-
de devia ser levada
em consideração.
Até
pode
ser
avaria
mas a
verda-
de é que há demasiado tempo que não funciona.
Há alguns dias atrás
alguém devidamente
habilitado, em deter-
minado comício, dis-
se:
Hoje em dia os polí-
ticos são uns vira-ca-
sacas.
O autor da frase tem
as suas razões para
o afirmar e na altura
ouve mesmo quem
manifestasse acordo.
Só por isso e para
os mais distraídos,
se mostra notícia de
jornal de Agosto de
1997 em que se pro-
va que essa prática
tem pelo menos e
em Almodôvar, 16 anos.