É mais uma situação a ter em consideração. Quando lhes der jeito não deixem de tratar este caso. Para quem chega a impressão passa a ser outra. Em Setembro do ano passado tinha alertado para o mesmo caso. Não é que me custe muito mas posso-me esquecer.
Depois de muitos
meses sem qualquer
utilidade, nos fins
de Mar./14, no nº
776, aqui se alertou
para a falta do res-
petivo sinal.
Passados cerca de três meses e meio foi o prumo contemplado com a colocação dum espelho. Dá de facto algum jeito mas não resolve a situação na totalidade. Tal como já se disse, estamos num entroncamento com uma rua de sentido único, pelo que essa indicação deve ser dada para que o trânsito não funcione ao belo prazer de cada um. Nem todos podem morar na Praça mas neste caso todos temos que nos dirigir para a dita.
Sob o mesmo título
e nos nºs 414 e 415
de Jan./2013 aqui
se deu conta de co-
mo foram gastos
49.510,00 €.

São mais de 9.925 contos que fo-
ram gastos em projetos para o
Parque de Campismo de Almodô-
var. Como se vê o Parque já fun-
ciona sendo que a porta é a única
obra visível desde Jan./2010 que é a data do primeiro projeto.
Do mal o menos. As pessoas, com esta porta, podem dormir descansadas.
Primeiro o caldo
verde depois o
milho. É só ver
os nºs 601/Set./
/2013 e 618 de
Out./do mesmo
ano.
Beldroegas, basta rever as inúmeras já mostradas no nº 576/Ago./2013. A que hoje é mostrada tem a particularidade de se ter criado junto do poial da porta do prédio frente à porta principal da nossa Igreja Matriz. Não a procurem porque a dona do prédio já se encarregou de pagar a que a removesse para assim evitar de a pisar e sujeitar-se a cair. Por fim temos mais um exemplar em pleno crescimento. Já tem flor e dentro em pouco vingará os respetivos tomates.
Não se trata de ficção. Foram e são a realidade em ruas de Almodôvar.
As pedras que vê à esq. e que já foram motivo de reportagem nos nºs 828, 835 e 857 sendo que neste último se foi ao ponto de mostrar o serviço que desempenharam, continuam por recolher. Com dois meses de permanência (há três dias nem o calceteiro as levou) é mais que provável que estejam a tentar fazer prova de qualquer coisa.
Se por acaso estão a tentar
estabelecer alguma nova
marca de desleixo há que
ter em atenção o anterior
recorde. As que são mos-
tradas na imagem da direi-
ta foi por pouco que não
atingiram a meta dos dois
anos. Foram recolhidas
há cerca de quinze dias e
caso queira saber toda a
história é só visualizar o
nº 741 de Fev./2014.
Constantemente a serem abatidos e continuam sem solução. Desta feita já contabilizam trinta e muitos dias e as vezes que aqui têm sido referenciados também são muitas.
Jardim e aquilo que se pensa ser a zona verde num bairro habitacional em Almodôvar. Sendo ou não, a verdade é que existe para agasalho de carraças e outros parasitas.