quinta-feira, 31 de julho de 2014

É como submarino em doca seca -896-












Depois de largos meses (possivelmente a aguardar o resultado de um qualquer inquérito) anda-se a proceder aos trabalhos necessários para a recolocação daquele que eclodiu por terem sido negligenciadas algumas normas. Espera-se assim que desta feita todos os requisitos contratuais sejam respeitados para que não volte a suceder  nada de anormal e, sobretudo, tal como se disse no nº 765/Mar./14, que não seja o erário público a suportar a despesa. 

terça-feira, 29 de julho de 2014

O aspeto é que não é o melhor -894-










De resto até há quem ache
graça. Ainda no passado 
Domingo vi uns turistas a
recolher imagens.

segunda-feira, 28 de julho de 2014

Só para avessos a festas -893-

No passado dia 01/06/2014, sob o nº 838 e em jeito de conclusão aqui se deu conta de alguma contenção que se supunha ter havido nos gastos com o Mercado Medieval dando como custo do mesmo a importância de 32.150,00 €.
Contudo, tive agora conhecimento que uma nova conta para Decoração e ambientação do espaço público do Mercado Medieval, veio encarecer o evento em mais 11.505,00 €. 
Fica aqui a devida correção e a conclusão de que este ano foram gastos 43.655,00 €  pelo que se pode, sem grande margem de erro, dizer que este ano foi o mais caro de sempre. 

domingo, 27 de julho de 2014

Não façam confusão -892-












A única coisa proibida  é derrubar ou desmanchar os ninhos.
A limpeza dos dejetos é obrigação e dever. 
Na Praça da República não creio que seja atração turística.

sábado, 26 de julho de 2014

A devida correção -891-

Relativamente ao 
Parque de 
Campismo aqui
referido no nº 887
só para dizer que
os Campistas não
estão assim tão
protegidos por-
que a entrada prin-
cipal nem porta tem.
Não sei se nos tais, mais de 9.925 contos dos antigos, gastos em projetos para o PARQUE DE CAMPISMO DE ALMODÔVAR a porta em falta está contemplada.

sexta-feira, 25 de julho de 2014

Tempos Livres --890-

Finalmente percebi o 
que são e para que 
servem os assim 
chamados.
São uma maneira de
dar ocupação a algu-
mas pessoas em de-
terminada época do
ano atribuindo-lhes
uma compensação 
monetária pelo tra-
balho que desenvol-
vem.
Servem para que se entre em repartição que acolhe pessoas nesses Tempos Livres e possamos ver o computador a ser utilizado (felizmente apenas por uma ínfima minoria) para mostrar e emitir (voz alta) um qualquer programa. Não quer dizer que seja o que se apresenta mas é com certeza daquelas coisas que nada têm que ver com o serviço da repartição.