quinta-feira, 7 de agosto de 2014

Não há fome que não traga fartura -903-


 Depois de muito 
tempo sem a de-
vida sinalização,
foi o prumo, à esq.,
contemplado com
um espelho.

Posteriormente e na falta 
de melhor solução, foi co-
locado no referido prumo
mais um sinal de (proibi-
ção de virar à esquerda).
Face ao sinal de (sentido
obrigatório) que antece-
de, isto mais não parece, 
do que a passagem de um 
Atestado de Incompe-
tência a todos quantos 
a carta de condução não
lhes saiu numa rifa qual-
quer.




quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Passeios públicos em rua de Almodôvar -902-














Não há necessidade nem o
que quer que seja que jus-
tifiquem tais situações.
Deixo as considerações a cargo do responsável do respetivo pelouro e, dizer apenas, que este estado de coisas era possível  ver e apreciar há dois dias atrás.

terça-feira, 5 de agosto de 2014

A cereja no topo -901-










Grande azáfama nas vésperas da festa para que a mesma se reali-
zasse em lugar com o asseio e a dignidade que é apanágio destes eventos indo mesmo a organização ao ponto de improvisar um esgoto com ligação à rede geral.

 Pena é que quem tinha a obrigação de
colaborar com tal asseio (Serviços de 
Higiene e Salubridade da Câmara Mu-
nicipal de Almodôvar) o não tenha 
feito e tenha permitido que, o já apeli-
dado de entreposto e não só, se tives-
sem mantido em exposição.
Foi como cereja no topo.

                                    








O lixo do entreposto (fator colchão incluído) ainda hoje se mantinha intacto.




segunda-feira, 4 de agosto de 2014

A grande afeição dedicada aos colchões -900-

Este, que não é assim  tão peque-
no, é mais uma prova da orienta-
ção que é dada à recolha do lixo. 
É em Almodôvar e vem em com-
plemento do que se disse ontem.
Quinta feira já dormiu onde o vê.

domingo, 3 de agosto de 2014

Para uns assim. Para outros assado -899-














ASSIM são os monos que se 
levantam em casa de quem
solicita tais serviços. 
ASSADO é lixo que se acumula dias e dias sem que se vejam melhoras de umas vezes para as outras. O que se mostra à direita tem mais de oito dias (dois fins de semana consecutivos é obra) e os que se seguem são exemplos de várias situações idênticas que já tiveram a sua época.








Há muito mais casos sendo que em todos eles entra sempre o fator colchão ou sofá.



sábado, 2 de agosto de 2014

O gato já não arranha -898-



Naturalmente que quem não faz uso do
caminho pedonal para as Piscinas Mu-
nicipais não pode saber que, há uma dú-
zia de dias atrás, este infeliz felino teve 
o azar de ser morto. 
O que já não é assim tão natural é que
anteontem tenham andado a cortar os 
pastos nas bermas e tenham permitido
a continuação do bichano. 
Façam favor de se munirem de uma tenaz, pinça ou luvas e um saco plástico e depositarem o bicho no balde que se encontra a cerca de 50m. É evidente que nos dias em que foi atingido o estado de putrefação se tornava incómodo para os que ali transitavam.
De qualquer maneira fiquem descansados porque esta situação, neste caminho, não é caso virgem. Podem ver os nºs  197 e 206/Jul./2012 e concluirão que os cerca de 12 a 13 dias são o normal para solucionar estes casos.

sexta-feira, 1 de agosto de 2014

O asseio dos gatinhos -897-












Há vinte dias atrás, no nº 877, quando esta incúria já tinha meses os dejetos dos cães eram perfeitamente visíveis. Presentemente e porque a dita continua, são os gatos a usufruir da situação com a vantagem de, como são mais asseados, tapam os respetivos dejetos.