sexta-feira, 7 de novembro de 2014

quinta-feira, 6 de novembro de 2014

Porquê? -987-


A imagem da 
esquerda faz
parte do aqui
publicado no nº
967 quando o
acontecido já
tinha, pelo me-
nos, 10 dias.
Hoje, passado mais de um mês, porque se mantém o lixo por recolher? Sei perfeitamente o porquê mas deixo à consideração de quem de direito para a resolução. 

quarta-feira, 5 de novembro de 2014

Em qualquer lado não fica bem -986-


As das primeiras
duas imagens já
foram eliminadas.
Vejam lá se as ou-
tras têm a mesma
sorte e, em espe-
cial, as da última.



À porta da Câma-
ra é o último local
onde tal não deve
acontecer porque
fica sempre a dú-
vida  do interesse 
posto nesta ques-
tão da limpeza.
Os exemplares da última imagem  são os que estão
a ornamentar o passeio junto da porta do edifício
da Câmara.




terça-feira, 4 de novembro de 2014

Esta pouca vergonha não tem fim? -985-


 Na falta de melhor talvez um placar
amovível, como o que se mostra, pos-
sa solucionar o caso.
Amovível porque de vez em quando 
convém que seja lavado.

segunda-feira, 3 de novembro de 2014

Serviço incompleto -984-




No nº 937/Set/14
aqui se apelou à re-
moção do lixo em
cima à esquerda.
Levou algum tem-
po mas em com-
pensação também 
removeram os almofadões. (Srs. moradores aqui não é a lixeira)
Por outro lado o candeeiro lá continua há mais de um ano e a fuga de água persiste. 

domingo, 2 de novembro de 2014

Também quero -983-



...funcionário que contou os bancos, 
gastou o seu tempo e utilizou meios
da Câmara para o fazer, eu, enquan-
to cidadão, posso até querer ser res-
sarcido por esta despesa desnecessá-
ria e delapidação de dinheiro público...
Não podia estar mais de acordo com o
que é dito anteriormente. (extraído da ata
nº 22/2014 Reunião Ordinária de 01.Out.2014)
Entendo que o Departamento de Apro-
visionamento já há muito que devia
estar orientado e instruído para, em qual-
quer altura, poder dar conta de todos os bens adquiridos pela Câmara, sua distribuição, aplicação ou consumo. Na era dos computadores não se perde tempo a contar bancos.
Tempos houve em que funcionários, com ou sem inventário, sabiam o indispensável para dar conta da falta (por exemplo) de 
um computador. Ao que parece houve um que esteve em Lisboa a dar assistência a alguém que por lá andava a cursar. 
Por outro lado era bom que se fizessem as contas, as expensas ou não da Câmara, para assim se saber quanto é que a Câmara deixou de receber com a negociata, (uso e abuso dos dinheiros públicos) aqui referida no nº 705/Jan/14. Neste caso, ao que parece, não houve candidatos para serem ressarcidos nem defensores para a NÃO delapidação do erário  público. Tanto dinheiro (juros de mora) que dava para pagar a muitos funcionários.
Para a próxima bem podem incumbir os funcionários da limpeza urbana para, dentro do respetivo cantão, proceder à contagem. Era mais prático e a custos zero.



sábado, 1 de novembro de 2014

Isto é uma alegria -982-


Até as valetas 
que são cimen-
tadas e por prin-
cípio não devi-
am dar erva, em 
Almodôvar, é co-
mo se vê. 
Um autentico
jardim.