sábado, 15 de novembro de 2014

Terá sido esquecimento? -995-



Em pleno 
Verão (ver
907/Ago/14)
os 
moradores
suportaram
terra e pó.
                             
Independentemente das causas ou
razões a verdade é que:
Em tempo de chuvas, obviamente,
que predominam as poças e lama.
Entretanto a prioridade recaiu na
azinhaga do Poço dos Passarinhos
que é prova evidente que o tempo (chuvas) não é impedimento para
a necessária reparação em falta.


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Outra grande tarefa concluída -994-


Com muito mais 
de um ano de 
existência e, de-
pois de três ad-
vertências aqui 
mencionadas, eis 
que o local pas-
sou estar com a 
devida dignidade. Ver nº 971/Out/14.

quarta-feira, 12 de novembro de 2014

O aspeto sempre é diferente -993-











Passado mais de um ano a luminária lá voltou ao devido lugar.
O toldo também merecia melhor sorte.

terça-feira, 11 de novembro de 2014

O atestado de ignorância perdeu a validade -992-












Tempos houve em que a Câmara Municipal de Almodôvar, 
usou e abusou, mantendo o dito atestado para quantos por lá passavam e em particular para os moradores. Ver, entre ou-
tros, os nºs 56/Set/11, 358/Out/12 e 758/Mar/14.












Finalmente, passados mais de três anos, a normalidade, no que ao nome do local diz respeito, foi reposta.
Se as placas fossem iguais não se perdia nada.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

Se outras provas não houvesse -991-

Isto não se cria em oito dias.
Os moradores substituem a Câmara 
varrendo, juntando e, já agora, digo eu,
façam o favor de apanhar.
Ver nº 981/Out/14 

domingo, 9 de novembro de 2014

Por que será?-990-





Eu sei mas não digo.
Atualmente o Parque de Merendas
de Almodôvar apresenta um esta-
do de limpeza e asseio que faz in-
veja a algumas das ruas da vila.
Por outro lado também se consta-
ta que não é tão frequente encon-
trar as lâmpadas dos balneários acesas pelo que também se espera a colaboração dos utentes em desligá-las.

sábado, 8 de novembro de 2014

Voltámos para trás? -989


 Tempos houve 
em que o Canto-
neiro da limpeza
(ver 417/Jan/13)
passava por aqui
como se isto não
existisse.
Mudaram-se os

tempos e as vontades mas a pouca
vergonha continua. 
O aspeto das várias fases não é 
mais que a evidente prova de que
o local não limpo. Não será via 
pública?