Leia-se, uso
e abuso.
Hoje em dia
facilmente
se percebe
os anos que
o passeio

esteve a ser
utilizado como se
de propriedade
privada se tratas-
se. Até às pesso-
as o acesso ao
passeio estava
vedado.
Pena é que, passados tantos anos, não haja quem se interesse por esta mácula.
Não só pelo
aspeto mas
sobretudo
pelo perigo
que represen-
tam alguém
se devia inte-
ressar para
que este estado de coisas tivesse um fim.
Facilmente se percebe que não é prático nem, monetariamente suportável, estar um funcionário junto de cada contentor para abrir a respetiva tampa para assim, suas excelências, depositarem o lixo. De salientar:
No primeiro caso o contentor estava totalmente vazio e no segundo, nem contentor lá existe.
Vamos lá a procurar o local certo para tal procedimento porque até na pocilga o asseio parece bem.
Com dois meses de
existência e referi-
do no nº 967, aqui
se deu conta da sor-
te da luminária e
caixa de cartão
(com vidros parti-
dos) que lhe faz
companhia.
Dois meses é de
facto muito tempo
e pouca vergonha
para que esta situação se mantenha.
Quando lhes der
jeito é só agir em
conformidade.
Convém que não
demorem para
que estas não
tenham a mes-
ma sorte que a
dos Corvatos
aqui mostrada e
referida no nº 1006.
Levaram o que acharam desnecessário e, logicamente, deixaram o que consideraram suficiente para alertar os Srs. automobilistas.
Caso a Câmara pretenda completar o painel só tem que procurar em armazém aquele (caso ainda lá esteja) que removeram das imediações do eucalipto existente na entrada Norte.