sábado, 21 de fevereiro de 2015

Comentários para quê? -1077-














Ao terceiro dia consecutivo continua a haver artistas apostados (as) em pôr Almodôvar no mapa dos locais imundos.

sexta-feira, 20 de fevereiro de 2015

Ignorância ou maldade? -1076-

Uma coisa ou outra são prova de que nos tempos que correm ainda há quem conviva mal com o asseio e higiene o que de resto, já tinha ficado bem demonstrado com o que ontem se publicou.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Viva o respeito pelo determinado -1075-














É sem dúvida mais uma lição de civismo que alguns fizeram questão de pôr em evidência. 
Já é tempo, mais que suficiente, para que a Câmara participe estas situações à GNR.
Há lixo perfeitamente identificável e que com toda a facilidade as autoridades chegavam aos seus autores para assim e, de uma vez por todas, aquele AVISO deixe de ser letra morta.

quarta-feira, 18 de fevereiro de 2015

Quando lhe ouviremos os primeiros acordes? -1074-

A julgar pelo que se disse ontem, não vai ser tão cedo.
O contrato para a restauração da caixa e da tribuna foi feito a contar com um prazo de 485 dias (1 ano, 3 meses e 28 dias) para a respetiva reparação. Não se percebendo que tenha sido feito o que quer que seja e sendo necessários os tais 485 dias é de prever que teremos, no mínimo, de aguardar por um prazo igual aos ditos.
Assim e mesmo que o órgão esteja reparado não há local para o instalar. 
Para quem não se deu ao trabalho de ir ver o nº 972/Out/2014 recomenda-se também a visualização do 969/Out/2014.
De qualquer maneira recorda-se que estão em causa:
- 67.500,00 € para o restauro da máquina do órgão e
- 41.200,00 € para o restauro da caixa e da tribuna. 
São mais de 21.700 contos.

terça-feira, 17 de fevereiro de 2015

É Carnaval ninguém leva a mal- 1073-

Vamos lá deixar de rir para 
mangar.
Mas então não é já tempo 
mais que suficiente para 
se perceber porque ainda
não começaram as obras?  
É que, feitas as contas, o
prazo para o Restauro da
Caixa e da Tribuna do Or-
gão do Convento de Nossa 
Senhora da Conceição há
meses que expirou. 
Terá havido prorrogação 
do prazo? 
Ver nº 972/Out/2014

segunda-feira, 16 de fevereiro de 2015

Comparativamente ao poste de ontem -1072-











Porque também se trata de uma questão de passagem e de acesso a habitação mas com a vantagem de estar solucionada a situação. A grande diferença é que esta situação implicou cinco (5) intervenções a saber:
Uma para remover os vasos, outra para colocação das floreiras (castanhas) uma outra para as retirar as ditas floreiras, ainda uma outra para a colocação das atuais (tipo taça) e por último o transporte e recolha dos antigos vasos sendo certo que tudo isto não demorou oito dias.


Quanto ao caso de ontem que em
mais de três (3) meses não foi re-
solvido a coisa é muito mais fácil. 
Requer única e simplesmente a co-
locação de uma simples floreira 
que pode muito bem ser uma de
qualquer dos conjuntos que se
mostram incluindo o abandonado.

domingo, 15 de fevereiro de 2015

A utilidade dum Vereador a tempo inteiro -1071-

Depois de devidamente alertado para a anormalidade junto de determinada habitação eis que o Senhor Vereador, quase que de imediato e propositadamente, se deslocou ao local onde ouviu, opinou e ordenou, a funcionário de que se fazia acompanhar, os trabalhos a realizar para solucionar o problema. No dia seguinte foram iniciados os ordenados trabalhos para, na noite desse mesmo dia, os ditos, então iniciados, serem objeto de vandalismo. No dia seguinte foi o Senhor Vereador informado de tal ato e sugerido que participasse o caso à GNR.
Tratando-se de destruição de património público e estando em causa o dinheiro dos contribuintes é natural que o tenha feito. 
Com ou sem participação a verdade é que passados que estão mais de três (3) meses nada mais foi feito.
Posto isto há que falar das consequências e mostrar até onde 
chega o desrespeito, a irresponsabilidade e a incompetência.
Com
as
obras
(valas)
junto
da
porta
principal
(imagens
da
esquerda)
restava 
aos 
moradores
a hipótese
de se servirem da porta do
quintal o que, tal como se 
mostra, é de todo impraticável.
Nada obriga a que as pessoas 
andem a saltar valas. passar por
cima dos carros e muitos menos terem que ficar em casa ou impedidos de a ela terem acesso tornando-se assim reféns 
da incompetência, irresponsabilidade e falta de respeito por 
parte de quem quer que seja.  
E se houvesse que prestar qualquer socorro ou assistência a esta habitação?
E se se tivesse que recorrer ao uso duma maca?