
À boleia ou não daquilo que se disse no nº 1062/Fev/2015 a verdade é que o candeeiro (à esquerda) voltou ao seu estado normal.
Vejamos se o outro (à direita) tem a mesma sorte.
Vou apenas recordar que foi em Outubro/2014 no nº 967 que aqui se deu conta da colisão que o dito foi vitima.
Passados que estão mais de quatro meses resta, apenas e só, imaginar que o local não é frequentado por quem quer que seja relacionado com a dona do candeeiro que, por acaso, é a Câmara Municipal de Almodôvar.
Parece que foi desta. Com mais de quatro (4) anos sem que se lhe tivesse conhecido outra utilidade que não fosse a de estar a enfeitar o passeio foi agora removido. Pode ver soluções do nº 3/Maio/2011 e 978/Out/2014.
Após a interdição
ao uso dos recipi-
entes para lixo
existentes na Rua
do Afonso em
Almodôvar, não
houve um único
dia em que não houvesse alguém que, desrespeitando tudo e todos, não fizesse uso do espaço envolvente aos mesmos indo ao ponto, tal como aconteceu hoje, de depositar o lixo junto da porta lateral do edifício da Caixa Geral de Depósitos.
Mais uma vez se chama a atenção, de quem de direito, lembrando que a maioria do lixo é perfeitamente identificável.
Passados que estão mais de oito (8) dias que mais faltará para que se proceda à justificada admoestação?
E se todos passassem a depositar o lixo onde lhes desse mais jeito?
Ele há cada uma.
Então não é que há localidades em que funcionários (as) da limpeza se fazem acompanhar de, pelo menos, quatro (4) ferramentas e em que uma delas, tal como se vê, é um rodo para limpeza de sarjetas.
Não se mostra a pá mas ela existe. Está no carrinho.
Em outras localidades os contentores são devidamente sinalizados com a data da ultima lavagem e respetiva desinfeção.
Em Almodôvar não se limpam nem se desobstruem sarjetas e, tal como ontem foi dito, publicita-se o tipo de produtos a usar mas não se dá pelos seus efeitos ou resultados.
As sarjetas que se mostram são de Almodôvar tal como as que pode voltar a ver nos nºs 853/Jun, 886/Jul e 980/Out todos de 2014
Coisa a que todos
devem ter direito
mas que não pode
durar eternamen-
te.
O que se mostra
na primeira ima-
gem tem mais de
uma semana, o da segunda meses e
a falta da ripa no banco verde para
além de ter meses já aqui foi mos-
trado. Ver 1021/Dez/2014
Hoje em dia o que está a acontecer com lixo não é novidade para quem quer que seja. Esta imagem é atual e vem na sequência das anteriormente mostradas.
Para que não restem dúvidas.
Tempos houve em que alguns e, com toda a razão, fotografavam e se insurgiam contra o desleixo da não recolha do lixo. Os não situacionistas da altura é que ficaram mal na chapa porque nunca lhes passou pela cabeça que a história se repetiria. As imagens pequenas, tiradas ao acaso das muitas aqui já publicadas, são prova do que se passava nessa altura quando não havia a palca AVISO e que em nada são diferentes das atuais.
O que torto nasce tarde ou nunca se endireita.