quarta-feira, 3 de junho de 2015

Não fazer obra não tem importância -1174-



Importante, preocupante e 
grave é não preservar o e-
xistente e que vos foi con-
fiado.
Há dois anos atrás aqui se
começou a alertar para es-
ta degradação.
Pode ver os nºs 535/jun/13,
561/ago/13 e 865/jun/14.
Aqui chegados bem se pode denominar a situação como de 
incúria sem que se corra o risco de se estar a exagerar.

terça-feira, 2 de junho de 2015

Com ou sem reestruturação -1173-














A verdade é que, passado 
mais de um ano, após a 
solene inauguração, ain-
da hoje lá não constam os
nomes de muitos daqueles 
que durante anos deram o seu melhor para o bom funcionamen-
to do poder local democrático.
Em contra partida alguns, com apenas sete meses de dedica-
ção à causa, viram logo os seus nomes incluídos no chamado memorial. 
Só me falta é ouvir dizer que tudo resultou das muitas e demo-
radas reuniões onde tudo foi decidido democraticamente para
que se não prejudicasse nem excluísse quem quer que fosse. 
P.S. Três dias após a inauguração aqui se deu conta de tama-
nha falta e nem isso os demoveu. Ver nº 806/abril/14

segunda-feira, 1 de junho de 2015

Quando não se quer sai mamarracho -1172-

 Ao invés do que se 
mostrou ontem, este
caso, arquitetonica-
mente falando, é a
prova do resultado
conseguido após 
vários e demorados
estudos.
Brincou-se aos te-
lhadinhos e casotas,
gastaram-se vários
materiais, areia e ci-
mento incluidos e, 
como se vê, o resul-
tado não podia ser
melhor.
Uma caixa em ferro
foi o melhor que con-
seguiram.
 Pode ver 
os nºs 1068/
/fev./15 e
1127/abr/15
para assim
melhor
perceber
o quanto se brinca com o dinheiro 
dos contribuintes.
P.S. Vejamos se o aparelho irá resistir às altas temperaturas 
a que está sujeito.

domingo, 31 de maio de 2015

Ambos com final feliz -1171-


 Não vou falar do tempo que mediou
entre os vários estados.
É apenas e só para lembrar a alguns
que se consegue desde que se queira.





Para a próxima exemplificarei o

que acontece quando não se quer.











sábado, 30 de maio de 2015

Para quando a recolha? -1170-

Não se esqueçam.
Com cerca de 15 dias não é já 
tempo mais que suficiente para
que se proceda em conformida-
de ?
Também é verdade que há si-
tuações bem piores.
O lixo das imagens que se se-
guem só desapareceu apenas 
anteontem sendo certo que há 
30 dias atrás já lá estava.








           









É a limpeza urbana pelas ruas da amargura.

sexta-feira, 29 de maio de 2015

Outra máquina indispensável ? -1169-

É mais um exemplo do tipo 
de máquina que a Câmara 
Municipal de Almodôvar  
também possui e que não se
percebe porque não funcio-
na. Para tanto basta referir 
que qualquer munícipe que
queira eliminar produtos 
provenientes de podas 
(vinha, olival ou arbustos
ornamentais) a única hipó-
tese de que dispõe é a de 
optar pela queima, contri-
buindo para a poluição que não se deseja ou então depositar as 
ditas pelos vários locais que a Câmara aceita como local para
tal.
Como se vê quem paga está autorizado a poluir e o resultado
está à vista.








Quem não queima, deposita, o que também contribui para outro

género de
poluição.
Resta
apenas
dizer
que há
Câmaras
                                   








que não exigem qualquer taxa para a queima, trituram gratui-
tamente e, ao que parece, vendem os produtos resultantes da 
trituração como fertilizantes para os solos.
É mais uma máquina paga com o dinheiro dos contribuintes 
e da qual os ditos nadam usufruem.




quinta-feira, 28 de maio de 2015

Aquisição indispensável? -1168-



Tal como ontem, a
Câmara Municipal
de Almodôvar, se 
não tem, já teve u-
ma alfaia como a 
que se mostra.  
(há três (3) anos 
existia em armazém)
Que se saiba, como a Câmara não tem horta, não se percebe a necessidade de tal alfaia e é pena que das vezes em que podia
ter prestado serviço útil o não tenha feito.
Ver o nº 860/jun/14 e certamente perceberá que mais uma vez
foram despendidos dinheiros públicos sem qualquer utilidade.