O
O ratinho já se está a desfazer.
Sinal, mais que evidente, que a rua
não é varrida há muitos dias. (Pelo
menos 5)
Como se tal não bastasse, o esgoto
que nas últimas três semanas cor-
reu por duas vezes a céu aberto no
sítio do costume, (linha de água pa-
ralela à EN2) agora está a correr, em local diferente mas contaminando a água de um poço.
Esclareço que já não é a primeira vez que tal acontece e,como
a gestão da água diz respeito a todos, aqui fica a minha colabo-
ração.
Provavelmente esta-
mos na presença de
ambas as coisas.
O ano passado fiz
a chamada de aten-
ção em julho.
Como este ano ainda
não me tinha ocorri-
do fazer o alerta só
me resta apresentar
as minhas desculpas.
Com mais de um ano e meio de perma-
nência e aqui feito o alerta nos nºs 984/
/nov./14 e 1165/mai./15 o melhor que
se conseguiu foi fardá-lo com sacos
plásticos. Não é removido mas ao me-
nos não se constipa.
A nova remodelação na sinalização
ainda não chegou a este prumo.
Também não é por não ter sido cha-
mado a atenção para tal facto.
Ver nº 1101/mar./15
Estas máculas resultam não só do
mau funcionamento da máquina
mas também e em especial da pou-
ca dedicação à causa.
Um simples balde plástico é su-
ficiente para que se evite este a-
cumular de óleo que acontece sem-
pre que se procede à desobstrução da caixa dos esgotos que
fica nas imediações.

Naturalmente que Almodôvar não fugiu à regra.
Não só cumpriu com a data da respetiva abertura como também
e, pelo menos, através da rádio fez anunciar a dita abertura.
Pena é que a diligente Câmara não tenha feito uso de todo um
ano para providenciar a reabilitação do bar que, tal como as
Piscinas, existe no Complexo Desportivo, para assim o dito po-
der ser posto a funcionar e a desempenhar o papel par o qual foi projetado e que tanto dinheiro custou aos contribuintes.
Para abandonar é preferível não construir e sobretudo para que
não aconteça o mesmo que ao da Barragem que pode ver nos
nºs 419 e 420/ jan./13, 546 e 547/jul./13, 591 e 596/set./13,
717/jan./14, 725 e 726/fev./14, 830/mai./14 e 882/jul./14.
Resta apenas dizer que o da Barragem, para além do que se
mostra nos nºs anteriormente referidos, continua a não funcio-
nar mas nem por isso deixou de fazer despesa em projetos de
reabilitação que custaram aos contribuintes (há cerca de dois
anos) a módica quantia de 22.830,00 €, por ajuste direto, fun-
damentando a Câmara que tal ajuste se ficou a dever à falta
de recursos próprios.
Importante, preocupante e
grave é não preservar o e-
xistente e que vos foi con-
fiado.
Há dois anos atrás aqui se
começou a alertar para es-
ta degradação.
Pode ver os nºs 535/jun/13,
561/ago/13 e 865/jun/14.
Aqui chegados bem se pode denominar a situação como de
incúria sem que se corra o risco de se estar a exagerar.
A verdade é que, passado
mais de um ano, após a
solene inauguração, ain-
da hoje lá não constam os
nomes de muitos daqueles
que durante anos deram o seu melhor para o bom funcionamen-
to do poder local democrático.
Em contra partida alguns, com apenas sete meses de dedica-
ção à causa, viram logo os seus nomes incluídos no chamado memorial.
Só me falta é ouvir dizer que tudo resultou das muitas e demo-
radas reuniões onde tudo foi decidido democraticamente para
que se não prejudicasse nem excluísse quem quer que fosse.
P.S. Três dias após a inauguração aqui se deu conta de tama-
nha falta e nem isso os demoveu. Ver nº 806/abril/14
Ao invés do que se
mostrou ontem, este
caso, arquitetonica-
mente falando, é a
prova do resultado
conseguido após
vários e demorados
estudos.
Brincou-se aos te-
lhadinhos e casotas,
gastaram-se vários
materiais, areia e ci-
mento incluidos e,
como se vê, o resul-
tado não podia ser
melhor.
Uma caixa em ferro
foi o melhor que con-
seguiram.
Pode ver
os nºs 1068/
/fev./15 e
1127/abr/15
para assim
melhor
perceber
o quanto se brinca com o dinheiro
dos contribuintes.
P.S. Vejamos se o aparelho irá resistir às altas temperaturas
a que está sujeito.