Este evento, no dizer de al-
guns e face aos seus êxitos,
é sobejamente conhecido
na região e não só.
Daí o não se perceber por-
que pagam os contribuin-
tes cerca de 26.800,00 €
em publicidade quando e,
com toda esta publicida-
de, se não consegue mais
de 11.540,00 € em bilhe-
tes de acesso ao dito.
É demasiado dinheiro pa-
ra tão pouco efeito e, no meio de tudo isto, será que alguém
de Almodôvar beneficiou alguma coisa destes 5.300 contos?
O
Já agora e em jeito de recado vejam lá se não deixam que
a TV saia do perímetro da festa para assim evitarem estes
quadros.

Qualquer deles já vem da semana
passada e já hoje é quarta feira.
Apenas o último foi recolhido
hoje e pelo carro que devia lavar
os contentores e anda ao papelão.
Uma das grandes bandeiras
para as razões destes even-
tos é propagandeado como
sendo de grade utilidade e
ajuda ao comércio local.
Desta feita a grande preo-
cupação que houve em con-
templar, equitativamente,
o comércio local saldou-se
por uma distribuição cuida-
da e ao agrado de todos.
No que toca a comes e be-
bes o "equitativo" não po-
dia ter sido melhor.
Entre os pouco mais de uma dúzia de estabelecimentos da
especialidade, foram gastos (dinheiro dos contribuintes)
cerca de 12.000,00 €.
A um deles, que por acaso Não é de Almodôvar, calhou
logo e também (julgo que por acaso) mais de metade da
verba citada.
Será que não há outra forma de mostrar equidade e ajuda
ao comércio local?
A maioria sabe que a FACAL
(feira de artes e cultura de
Almodôvar) mesmo antes de
se realizar já era tida como
de grande êxito.
Eram esperados milhares e
milhares de visitantes.
Entretanto só uma minoria
sabe que a brincadeira cus-
tou aos contribuintes mais
de 210.900,00 € o que e-
quivale a mais de 42.200
contos.
Para quem achava que as
festas eram demasiadas não está mal.
Esta durou logo dois dias e meio e, face ao preço, não faltará
quem ache que foi barato.
Passado um ano que expirou o
prazo acordado entre a Câma-
ra Municipal de Almodôvar e
a empresa que se propôs repa-
rar o órgão e a respetiva tribu-
na, existentes no Convento de
Nossa Senhora da Conceição, é natural que as pessoas se interroguem acerca da razão de nada ter acontecido no que
às respetivas reparações diz repeito. (entre outros pode ver
os nºs 969/out/14 e1074/fev./15)
No passado mês de julho esteve em Almodôvar, e por vá-
rios dias, um carro (o da imagem à direita) em cujos lados
e traseira se podia ver e concluir que se tratava de empresa
de reparação de SINOS, RELÒGIOS DE TORRE e
ÓRGÃOS.
Logo e por conseguinte, muitas foram as pessoas que foram
levadas em erro ao pensar que era desta que se iria proceder
à tão esperada reparação.
Continuamos à espera e até se pensa que já é tempo, mais
que suficiente, para que alguém com responsabilidades no
caso, se digne prestar qualquer esclarecimento público,
Demasiado absortos com as
festas passam por estas anor-
malidades e nem dão por elas.
Naturalmente que o passeio à esquerda
e aqui referido ontem, tem toda a razão
de existir mas é pena que não se estu-
dem as prioridades em função do ser-
viço e da utilização e só por isso é que
se lamenta que a Câmara não dê mais
atenção ao caso que se segue.
À direita temos um espaço com cerca
de 600m que é diariamente utilizado
e frequentado por um sem número de pessoas e que de um
modo geral, sobretudo no verão, fazem uso de calçado que
não é de maneira nenhuma adaptável ao piso.
Um pavimento que nos poupe os pés precisa-se.
Passeio acabado de concluir cuja construção implicou a elimi-
nação de um muro, a manufatura de um outro (o da imagem)
e a diminuição da área do prédio rústico.
Entretanto outros
há, devidamente
delienados, com
mais de dois anos
votados ao aban-
dono que conti-
nuam a fazer des-
pesa anualmente
com a limpeza de
pastos e ervas.
Para além disto
é mais uma prova
da gestão e orien-
tação das obras
municipais.