Para além da boa exibição
na FACAL ainda ficou em bom estado não sendo assim
necessário recorrer a qualquer manigância para o seu
consumo.
Na ânsia de que nada faltasse tudo foi es-
tudado atempadamente e ao pormenor.
Este ano uma carrada de palha fez parte
dos bens adquiridos para a FACAL e, ao
que parece, para fazer parte da ornamen-
tação.
Certamente adquirida no comércio local,
para desenvolvimento do mesmo, faz lem-
brar o dito popular:
Todo o burro come palha, a questão é saber dar-lha.

Muitos dias nesta posição
deve ser incómodo.
Quanto aos da imagem da
direita quer-me parecer que
há qualquer coisa que não
está bem.
A imagem de cima é de março de 2016.
Se à data o desleixo tinha quatro (4)
meses, fácil é perceber que hoje em
dia tem mais de sete (7).
Parabéns.
Outra coisa que é mais fácil e que dá
menos chatice é fazer compras em
supermercado.
Desta feita a coisa fiou mais fino.
Escolheram o Mercado Municipal para levar a cabo o evento.
Uma demonstração sem a devida publicidade e que contou,
quase que em exclusivo, com pessoas estranhas a Almodôvar.
Tratou-se de um evento que versou, durante várias horas, so-
bre culinária. (arte de cozinhar)
Como é evidente tal prática implica o uso e o manuseamento
de tudo quanto diz respeito a produtos alimentares.
O nosso mercado, por enquanto, está devidamente apetrechado
de tudo quanto é de boa qualidade e dos mais variados tipos.
Aliado a tudo isto há que
realçar a excelente padaria
e dizer que não se percebe
a necessidade de adquirir
os produtos, utilizados no
evento, fora do espaço que
é o nosso Mercado Munici-
pal.
Será que as pessoas estabe-
lecidas no mercado não pa-
gam os seus impostos em
Almodôvar?
Se alguma vez forem
à Madeira não levem
bananas.
Trata-se sim da falta
de higienização e
limpeza dos conten-
tores que faz com as
pessoas evitem a sua
abertura.
Há apenas sete (7)
dias que aqui se ale-
tou para os odores
nauseabundos dos
contentores.
Absortos que andam com as festas e romarias torna-se mesmo
difícil dar atenção aos assuntos de saúde pública.
É também a
má gestão dos
dinheiros pú-
blicos.
Em plena Pra-
ça da Repúbli-
ca, parte inte-
grante do qui-
osque, (fecha-
do há imensos
meses) faz o
papel de um
qualquer placar
ou parede daque-
las em que con-
tinuam a colar
cartazes e pa-
pelada.
Está eletrificado
para quê?
Para maus
exemplos
com armá-
rios já ti-
nhamos o
que se mos-
trou em
dezembro/
/2012