Há tanto tempo por concluir
que já nem se liga à sinaliza-
ção. (não menciono os dias
porque de facto é uma vergo-
nha)
Na verdade a Câmara devia
ser mais cuidadosa para as-
sim não dificultar o dia a dia
dos utentes da via pública.
À atenção do pelouro do trânsito.
Num entroncamento e muito perto
de uma curva, esta obra que já dura
há largas semanas, não está devida-
mente sinalizada.
Melhor dizendo. Não tem qualquer
sinalização.
Os sinais que se mostram, salvo me-
lhor opinião, são, no mínimo, o in-
dispensável para chamar a atenção de qualquer automobi-
lista e, quem sabe, evitar o pior.
Por acaso ainda foi dentro
do mesmo mandato.
O que não há dúvida é que
quinze (15) meses para subs-
tituir uma tampa que podia
ter causado um acidente é
tempo demasiado.
Só não sei é se a substitui-
ção se ficou a dever a um
qualquer incidente.
... é quanto basta
para eliminar a
situação da casa
atrás do banco.
Se a Câmara o
fizer não é nada
de inédito.
Na mesma rua
foram realizados
alguns rebocos e
pinturas na sequência de obras não se percebendo assim a
não inclusão deste caso.
Por outro lado, também esta rua, estava incluída no espaço
que compreendia o evento que deu origem à reparação da
casa que se segue.
Em
janeiro
de 2014 a-
pontava-se
o mês de
maio desse
mesmo ano
para a con-
clusão das
obras do
cine-teatro
de Almo-
dôvar.
Passados
mais de
dois (2) a-
nos e por-
que tudo
não passa-
va do mes-
mo (pelo
menos aos
olhos dos
contribu-
intes) aqui
se publi-
cou o que
agora se
volta a
mostrar
à direita.
Tal como
ontem se
disse o fim
das obras
não está à
vista e só
por isso se
sugere uma
auditoria
para assim
e, de uma vez
por todas, os
contribuintes
possam saber
a quem atribuir
responsabilidades.
A mim não me
satisfaz o facto de ouvir dizer que a culpa é
deste ou daquele.
Só o preto no branco me convence e me
faz decidir na hora da verdade.
São tantas as obras, umas feitas
outras por fazer, que tiveram di-
reito a ilustração de alta qualida-
de para assim melhor exemplifi
car as ditas.
Pena é que se tenham esquecido
da mais antiga e volumosa.
Até em termos monetários é sem dúvida a mais volumosa.
Iniciadas há mais de QUATRO (4) anos as obras de requa-
lificação e sem fim à vista, o nosso CiNE-TEATRO não é merecedor de honras de ilustração?
Pese embora o
muito tempo
naturalmente
que a causa não
deve ser outra.
De qualquer mo-
do o reparo aqui
fica.