Sem solução à vista
a luz dos candeeiros
da Praça da Repúbli-
ca em Almodôvar
continua, tal como
há muitos meses, a
fazer prova do mau
uso dos dinheiros
públicos.

Também no que à
água diz respeito e
desta feita, já lá vão
dez (10) dias e tudo
continua por resol-
ver.
O desperdício pros-
segue. Só falta o a-
pelo à população
par que poupe água.
Tudo leva a
querer que
sim.
O precioso
liquido que
diariamente
é desperdiçado
é sem dúvida
o suficiente
para que este
estado de se-
ca não aconte-
cesse.
O desperdício de que falei no nº 1596 já tem mais de
oito (8) dias. Hoje de manhã ainda continuava.
Neste caso a torneira está bem à vista mas nem assim evitaram
que os arbustos se secassem. Só faltou a vontade de os regar
ou será que para isto também é preciso que haja encarregado
que dei ordem?
No caso de ontem a coisa muda de figura.

Para além da pouca
vergonha e da falta
de querer fazer qual-
coisa de útil ainda
temos o caricato da
coisa.
É que a mangueira
que por vezes, des-
necessariamente e
em prol do desper-
dício da água, alaga
o espaço relvado é a
mesma que está a escas-
sos vinte e cinco (25)
metros do canteiro que
deixaram que se secasse.
Qual será a justificação?
Será preciso ordem su-
perior ou no Complexo
Desportivo não há quem
mude a mangueira?
O que acaba de ver foi há dois (2) anos em vésperas do
"summer end"
Este ano, até ver, não temos alagamento mas temos seca.
Vejam-se estas plantas
(flores) que secaram à
necessidade de uns es-
cassos baldes de água.
Toda esta semana e
hoje já é sábado, a
água da rede pública
tem corrido ininter-
ruptamente em local
que não aproveita a
quem quer que seja.
Naturalmente que
todos perceberão
que a atitude normal
será a de denunciar
tal facto junto dos res-
petivos serviços.
Também não é menos verdade
que situações destas ocorram
variadissimas vezes e que a-
pesar de devidamente denun-
ciadas as mesmas não tenham
a resolução devida.
O caso que segue é exemplo
disso mesmo.
Mês e meio depois de devidamente denunciado nos serviços
respetivos continua sem reparação à vista.
O documento que segue foi dirigido à Câmara Municipal de
Almodôvar em agosto de 2015
Por tudo isto e tudo o que aqui se tem mostrado e dito, rela-
tivamente a desperdícios injustificados de água, já era tempo
de, quem de direito, nomear alguém que se dedicasse à causa.
O cidadão comum tem o dever de colaborar em tudo o que
diga respeito à prevenção da devassa do património público
mas não tem a obrigação de substituir os que são pagos para
o desempenho dessas funções.
Embora mais corpu-
lenta (comparativa-
mente à de ontem)
mas não deixa de
ser a ferramenta i-
deal para a remo-
ção das pedras de
anteontem.
A Câmara Munici-
pal de Almodôvar
é a proprietária da
máquina que vê.
Será que a dita não pode ser utilizada em tais serviços?
Fico na dúvida e até penso que o documento que segue pode
muito bem ter caído em saco roto e daí o não saber se houve
ou não remuneração na cedência a que nele faço referência.
Será que foi dado algum despacho no citado documento?
Será que a esperada explicação (até hoje nunca recebida)
contraria algum preceito legal?
Esta maquineta que ostenta
um dístico da Junta de Fre-
guesia de Almodôvar não
poderia dar um jeito na re-
moção das pedras que on-
tem constaram do postado?
É que a dita, há três dias a-
trás,andou em propriedade
privada possivelmente em
serviço particular.
Será que andou em alguma
missão agrícola?
Era interessante saber:
Qual o serviço desenvolvido, a mando de quem e se foi ou
não remunerada?