Sete meses
ainda não
foram su-
ficientes
para a re-
colocação
do cande-
eiro em
causa.
Provavel-
mente já
não fará
falta mas
não deixa de ser curioso que na mesma rua há-os aos pares.

Mais vale
assim do
que dar
data aprox.
E quanto
ao fim co-
mo é?
Com o cus-
to a coisa
ficou mui-
to aquém.
Em nome da apregoada transparência era bom que se
soubesse.
Será que algum dia se vai saber?
Afinal a Câmara,
quando quer, tam-
bém sabe ser dili-
gente e este caso
é paradigmático
disso mesmo.
O candeeiro da
primeira imagem,
tal como ao lado
é referido, foi u-
sado para o que
não devia e aca-
bou por cair.
Sem que nada o
fizesse prever es-
te incidente foi ra-
zão bastante para
que a parede, do
particular, fosse
pintada a expensas dos contribuintes.
Só por isso se estranha que esta diligente atitude ainda não
tenha sido posta no caso de ontem.
Em Almodôvar a não preservação do patri-
mónio público não é
de todo uma novida-
de.
Em maio/16 no nº1480
e com a imagem de
cima aqui se chamou
a atenção para este
desleixo.
Como se vê, fácil é
perceber que o aler-
ta caiu em saco roto
e hoje em dia, o esta-
do da parede do e-
difício, que é perten-
ça da Câmara Muni-
cipal, está bem pior.
Fica-se as-
sim a saber
que foram
adquiridas
tendas pa-
ra usar em
eventos do
Município.
Que foram
51.062,00€
+ IVA gastos na aquisição também se percebe.
Não tem muito interesse o tamanho ou modelo mas não era
de todo descabido e em nome da transparência, o saber-se
quantas foram adquiridas.