segunda-feira, 23 de outubro de 2017

Deficiente fiscalização? -1920-





Antes das 
obras era 
assim➽➽








Após as
ditas pas-
sou a ser
como vê
ao lado➽








Antes das
obras era
assim➽➽


Após as
ditas ficou
sem uma
parte da
guarda 
metálica.

Será que
a pintura
também 
não estava incluída?
Se assim é, fácil é perceber que o contrato foi mal redigido.

domingo, 22 de outubro de 2017

Voltando aos mil contos do "1918" -1919-

Olhando o quadro
de pessoal do setor 
de obras desta  ➽➽
casa não é crível
que o dito não te-
nha pessoal à altu-
ra para a fiscaliza-
ção da obra em cau-
sa e, só por isso, se
não percebe o por-
quê dos mil contos
por mês.

Muito menos se
percebe que se es-
teja constantemen-
te em defesa do co-
mércio local e seu
desenvolvimento
quando depois se 
enviam para fora
de Almodôvar mais de quinze mil contos que bem podiam
ser evitados. 



Um muro em betão,
alargamento da es-
trada e uns passeios
dá para comparar 
com o este ➽➽➽➽
edifício?



Foi erigido com a prata da casa (leia-se pessoal da Câmara Municipal de Almodôvar) quando o setor das obras em na-
da se equiparava ao atual e havia obras por tudo quanto era
sítio. 
E o que dizer do 
Bairro do Poço 
de Beja?➽➽➽
Igualmente de
fabrico caseiro
com carpintarias incluídas.  

Como foi possível sem fiscalização externa?




























sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Cama à espanhola -1918-

Desde sempre que ouço falar da "cama à espanhola"
Não sei é se a uso dos sinais de trânsito em posição invertida
tem alguma ligação com o "à espanhola"




A cinco (5)
dias de fa-
zer um ano
que aqui se
deixou es-
te reparo
➽➽➽➽
volta-se de
novo ao te-
ma com 
novo caso.


 É natural que a fiscalização
(que nos custa mais de mil
contos por mês) não tenha 
que ver com o assunto mas
é tempo mais que suficiente
para que alguém proceda em
conformidade. 

quarta-feira, 18 de outubro de 2017

São anos em demasia -1917-





Em mais de cinco (5) 
anos a diferença, no
sinal, é muito pouca.

Na árvore e arbusto é
que a diferença mais
se nota.







Tal como nos exemplos que seguem o que mais se nota
é o desleixo que é posto na coisa pública.
Festas e bailaricos são outra coisa.



Nesta outra 
situação, com
mais de quatro
(4) anos, as di-
ferenças tam-
bém são míni-
mas.

terça-feira, 17 de outubro de 2017

Só já falta desaparecerem... -1916-



ou a Câmara 
Municipal de 
Almodôvar 
pedir a qual-
quer pessoa
que faça o
favor de os
guardar.


Desde maio passado que aqui
se tem denunciado esta pouca
vergonha.
Bem podem agradecer às pes-
soas que se têm dado ao traba-
lho de os ir mudando, pondo-
-os em evidência e sem os da-
nificar.

sábado, 14 de outubro de 2017

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

A pouca vergonha continua... -1914-

...e o uso e abuso dos dinheiros públicos também.
 





Enquanto toda a vila, hoje e à mesma hora, já estava com-
pletamente ao escuro, o loteamento deserto continuava com 
luz. (a luz vermelha é a que está junto do depósito da água)

Para quem de direito não alegasse desconhecimento,
a dada altura, alguém devidamente identificado, escre-
veu:


  Entretanto em Assembleia Municipal (setembro de 2016) e, entre coisas, foi referido como segue.


Como qualquer pessoa facilmente pode concluir é que a dúzia referida é um quarteirão. (quarta parte de um cento)



Para desmontar aquilo que foi concluído resta dizer:
Se a luz da vila, pelo menos, fosse desligada à 
    mesma hora que a  outra, evitava-se o andar 
    aos pontapés às pedras e o pisar dos dejetos 
    de canídeos.
   Finalmente resta dizer que falar é fácil.
  A assunção das afirmações é que é difícil.

P.S. O requerente não tem qualquer tipo de 
pressa mas entende que mais de um ano 
sem resposta é tratá-lo como coisa ou objeto. 
Que fique registado em ata para se mostrar 
o interesse que se tem (neste caso, não) pelos 
que são a razão da vossa existência ainda 
se percebe.