quarta-feira, 20 de dezembro de 2017

Vivendo e aprendendo -1965-

A fazer fé na imagem concluo que tenho andado enganado.
Então o executivo já não é composto por cinco (5) elementos?
Ou será que o outro elemento se demarcou destes Votos de
Boas Festas !?

terça-feira, 19 de dezembro de 2017

O desleixo do costume -1964-

Os sinais de ontem só têm oito dias.
Estes que se seguem, por incrível que pareça,
comemoram hoje seis (6) meses após o primeiro
alerta.

 Começou-se pela imagem atrás mostrada (ver nº 1832)
Seguiram -se vários
alertas mas nada 
resultou e a verdade
é que ainda hoje se
encontram tal como
os vê na última ima-
gem.
Pode ainda ver os 
nºs 1849, 1851, 1881 e 1916.
Como desleixo (para não lhe chamar outra coisa) até não
está mal. Parabéns.

segunda-feira, 18 de dezembro de 2017

Já não é útil? -1963-

Se assim for bem os podem
remover para local apropri-
ado evitando que seja mais
uma situação, igual a tantas 
outras, que dão sempre lu-
gar a criticas à má organiza-
ção do respetivo pelouro.

Oito dias não são mais que 
suficientes para darem com
o achado ou pela falta?

sábado, 16 de dezembro de 2017

Qual será a utilidade? -1962-


Não sendo o facto de alguém se poder magoar  para 
outra coisa não servirá.
Enquanto que as situações dos dois anteriores posts 
foram originados pelo vento, no caso presente, difi- 
cilmente alguém acredita que a razão, para tanto des-
leixo, seja o dito. 
Tem mais de quinze (15) dias.

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

Outra situação sem pelouro? -1961-


Com pouco mais de
dois meses de vida,
a pouca consistência,
começou logo a dar
nas vistas. ➽➽➽➽➽

Tal como ontem 
trata-se de patri-
mónio Municipal.










Hoje em dia, tal como já se 
previa, o desmoronamento
começou.
O que não se previa é que não haja quem tenha que ver 
com a reconstrução.
Será que ainda está dentro da garantia?



quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Tudo é da Câmara -1960-

É a oliveira.
São as azeitonas.
É a rua.

Será que não há
pelouro para estes
casos?

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

Não há mestre nem maestrina -1959-


 Cada um toca o que sabe.
Também se pode dizer que 
continuam em roda livre.
Então não há pelouro, chefe 
ou encarregado que tenha 
que ver com esta crónica
situação?
Só no espaço de um ano é
o terceiro alerta.
Terei que dar conhecimento
na delegação de saúde?