Não há dúvida.
Passados
que estão
mais oito
meses a
somar aos
anteriores
qualquer
um per-
cebe que
o Municí-
pio de Al-
modôvar se interessa e leva muito a sério o bem estar dos seus munícipes.
Provavelmente e em anos como este preocupa-se com o consumo.
Será que já alguma vez se preocupou
com a qualidade?
Fique então a saber que, de alguns meses a esta parte,
antes da dita chegar à sua torneira, é depositada neste
lugar imundo.
De salientar que
aqueles que dizem:
Trabalhamos para
o povo, o povo está
primeiro e outras
coisas do género, há
muito que foram
avisados desta situação.
Quando lhes der jeito só
têm que proceder em
conformidade.
Perderam
uma boa
oportuni-
dade.
Nunca se
sabe se
não virão
ainda a
fazer fal-
ta.
O deslei-
xo é bem
visível.
Nem o
facto de
poderem
tirar os
tubos sem
molhar os
sapatos os
levou a re-
mover os
ditos.
Hoje já
não vão
a horas e
resta-nos
a sorte de
não serem
degradá-
veis.
É verdade.
A lenha que resultou da
poda por causa da mu-
dança dos candeeiros
ainda lá permanece e
para que não venha a
acontecer o mesmo que
ao candeeiro de ontem
aqui fica este alerta.➽➽➽➽

Independentemente das razões
a verdade é que os candeeiros
da imagem da esquerda e mui-
tos outros tiveram que ser mu-
dados.
O que não se percebe é que
tenham deixado um por mu-
dar.
Será que só a partir deste➽➽
é que estavam mal?
Já agora lembro que o cami-
nho, após a intervenção nos
candeeiros, ficou intransitável.
Não estava prevista a regulari-
zação e transporte de materiais
sobrantes a vazadouro ou será
que não houve a devida fisca-
lização?
Muito antes
de chover
(junho/16)
já esta jóia
tinha sido
apelidada
de COXA.
Claro está
que não
foi por lhe
faltar qual-
quer pata
mas tão só
porque se
estava a ver
que ia ficar
rota como
um cesto.
Passado
todo este
tempo fá-
cil é per-
ceber que
nada mu-
dou, con-
tinuando
lá a chover
como na
rua e mais
cómico a-
inda é o
que se
escreve
para enal-
tecer a obra como se de coisa capaz se tratasse.
Onde está o conforto?