sexta-feira, 6 de julho de 2018

A casa de espera já não faz falta? -2114-






Em vêsperas 
de fazer dois
(2) anos que
foi literalmen-
te destruída 
vale a pena
lembrar mais
uma vez que
o local conti-
nua sem a ca-
sa de espera.

Independen-
temente de
fazer falta ou
não, será que 
Câmara acio-
nou os meios 
ao seu dispor 
para ser ressar-
cida do prejuí-
zo?
Ou será que
estamos a pa-
gar as asneiras 
de uns quantos?




quarta-feira, 4 de julho de 2018

Mais uma época balnear -2113-

Mais um ano com o "bar municipal" fora de serviço.

Na época
de 2014
já aqui
se alerta-
va para
o pouco
interesse
da 
Câmara 
em man-
ter o bar
das pisci-
nas em
funciona-
mento. 
Escusado será dizer que o referido edifício, para além de estar
a enfeitar o espaço, outra utilidade não se lhe conhece.

terça-feira, 3 de julho de 2018

Nunca é demais lembrar -2112-

Que mais não seja para nos apercebermos do interesse 
do dono da obra em fazer cumprir (mais ou menos) os 
prazos de conclusão da obra.
Oito (8) meses é o tempo que o contrato determina.
Comparando com dezoito (18) que já leva sem que se 
vislumbre o fim da mesma é bem revelador do deslei-
xo que tem grassado por parte do dono da obra.
 

segunda-feira, 2 de julho de 2018

O S. Pedro já se acabou -2111-

Mas as obras do 
dito ainda não.  
Parece não terem 
fim à vista.
As do largo (pro-
priamente dito)
passado mais de
um ano ainda não
estavam concluídas.


As obras da ampliação já vão em quase o dobro do tempo 
de conclusão e nem o S. Pedro (dizem que é o responsável
pelo tempo) os ajudou.











E os mecanismos legais que podem ser acionados para,
 minimamente, os prazos serem respeitados? 
Já alguma vez foram acionados?
É que para desleixo já nos chega a tristeza que é o cine
teatro.
Para quando um qualquer esclarecimento em nome da
transparência a que temos direito? 






sábado, 30 de junho de 2018

quinta-feira, 28 de junho de 2018

Não há dúvida que estamos bem entregues -2108-

 No último 
dia de mar-
ço de dois
mil e doze
(2012) já
este muro
era objeto
de reparo 

dada a má
qualidade 
do mesmo.

Como a
degradação
foi sempre
a progredir
aqui se con-
tinuou a pôr
em evidência
aquilo que
sempre exis-
tiu e que só
a Câmara é 
que não viu e continua a não querer ver. 



 Como é que 
é possível 
que aqueles
a quem é pa-
go para ser-
vir não se
apercebam

destas anor-
malidades?
Provavelmente
se estas coisas
passassem a
estar inscritas
na categoria de
festas e bailari-
cos acabava incúria e abandono na coisa pública.