Em vêsperas
de fazer dois
(2) anos que
foi literalmen-
te destruída
vale a pena
lembrar mais
uma vez que
o local conti-
nua sem a ca-
sa de espera.
Independen-
temente de
fazer falta ou
não, será que
a Câmara acio-
nou os meios
ao seu dispor
para ser ressar-
cida do prejuí-
zo?
Ou será que
estamos a pa-
gar as asneiras
de uns quantos?
Mais um ano com o "bar municipal" fora de serviço.
Na época
de 2014
já aqui
se alerta-
va para
o pouco
interesse
da
Câmara
em man-
ter o bar
das pisci-
nas em
funciona-
mento.
Escusado será dizer que o referido edifício, para além de estar
a enfeitar o espaço, outra utilidade não se lhe conhece.
Que mais não seja para nos apercebermos do interesse
do dono da obra em fazer cumprir (mais ou menos) os
prazos de conclusão da obra.
Oito (8) meses é o tempo que o contrato determina.
Comparando com dezoito (18) que já leva sem que se
vislumbre o fim da mesma é bem revelador do deslei-
xo que tem grassado por parte do dono da obra.
Mas as obras do
dito ainda não.
Parece não terem
fim à vista.
As do largo (pro-
priamente dito)
passado mais de
um ano ainda não
estavam concluídas.
As obras da ampliação já vão em quase o dobro do tempo
de conclusão e nem o S. Pedro (dizem que é o responsável
pelo tempo) os ajudou.
E os mecanismos legais que podem ser acionados para,
minimamente, os prazos serem respeitados?
Já alguma vez foram acionados?
É que para desleixo já nos chega a tristeza que é o cine
teatro.
Para quando um qualquer esclarecimento em nome da
transparência a que temos direito?
Era uma grande ajuda para os mais distraídos e
evitavam-se estas cenas tristes.
Seja Verão ou Inverno
No último
dia de mar-
ço de dois
mil e doze
(2012) já
este muro
era objeto
de reparo
dada a má
qualidade
do mesmo.
Como a
degradação
foi sempre
a progredir
aqui se con-
tinuou a pôr
em evidência
aquilo que
sempre exis-
tiu e que só
a Câmara é
que não viu e continua a não querer ver.
Como é que
é possível
que aqueles
a quem é pa-
go para ser-
vir não se
apercebam
destas anor-
malidades?
Provavelmente
se estas coisas
passassem a
estar inscritas
na categoria de
festas e bailari-
cos acabava incúria e abandono na coisa pública.