domingo, 15 de março de 2020

Isto também é caso de saúde pública -2419-

Para quando os donos dos canídeos começam a    o
perceber que isto também é um caso de saúde 
pública?


Bastou

uma

pequena 



 volta
 
(30 minutos)

para 

obter

esta

pouca

vergonha.

Quem se der a este trabalho diariamente o pode constatar.

sábado, 14 de março de 2020

Já são vezes a mais -2418-


Já era tempo 
(à medida que
os vão partin-
do) de os subs-
tituir por uma
solução como
a que se mostra
na última imagem.

Às vezes é preciso parar para pensar.


sexta-feira, 13 de março de 2020

Com esta gente nunca é demais repetir -2417-

Já se disse e mostrou no nº 2271/jul/19 com repetição
no nº 2356/dez/19 e por muito estranho que pareça tudo
continua na mesma.
São uns verdadeiros artistas no abate de árvores.
Para quando a reposição daquilo que herdaram?
Ou será que as árvores são apenas para manter em viveiro?



São tantas
as 
situações
que mais
parecem
aquelas
publica-
ções dos
dejetos
dos cães.
E o que
dizer 
dos alca-
troamen-
tos?
Mais uma 
vez me vou
repetir.
Não se esqueçam de no dia da árvore ir às escolas ensinar
as criancinhas e de lhes explicar a utilidade das árvores.

































quinta-feira, 12 de março de 2020

Já não faz falta? -2416-

Está a 
mais 
ou o
local
foi 
mal 
escolhido?
De 
qualquer
maneira vejam se o recolhem porque para prova da 
incúria já chega.

quarta-feira, 11 de março de 2020

Isto não é com a Câmara -2415-



Mas o resultado é o mesmo.
Há mais de um mês que foi
danificado e não há quem o
repare.
É outra casa sem dono.

terça-feira, 10 de março de 2020

Mas que raio de técnica é esta? -2414-

Agora que já se vão procurando as sombras será que os 4
bancos que podiam desfrutar dela não foram levados em
consideração?








Do modelo que segue confesso que também não gosto.






segunda-feira, 9 de março de 2020

A eficiência é constante -2413-



O
candeeiro
foi
remendado
e a bicicleta
transferida.




Tal como os pneus que ainda
lá permanecem, também o
muro e a calçada ficaram por
reparar.(é a terceira vez que aqui se 
mostra a incúria da calçada e do muro)
O candeeiro apesar do perigo
que oferecia esperou até que
muito bem quiseram e enten-
deram. CMA, JF e Assembleia 

deixaram que a situação se prolongasse, depois de 
serem avisados por escrito e com imagem do estado do 
candeeiro, durante um espaço de tempo de vinte (20) dias.

Qual foi a noção do perigo a que chegaram?
Será que o muro e a calçada não pertencem à Câmara?
Estão à espera que alguém lá tropece e vá pelas escadas
abaixo com os danos que daí possam vir ou será que a 
Câmara tem seguro para tais acidentes e daí o alheamento
por estas coisas?