Dada a irresponsabilidade e a incompetência da Câmara
não me restou outra alternativa que não fosse a de escrever
para um jornal.
Como é que é possível
terem deixado passar
cerca de 15 dias e não
terem agido em con-
formidade?
Deviam algum favor
ao empreiteiro?
Porque isto também faz parte da democracia venho
lembrar que este procedimento já é useiro e vezeiro.
Em 10/01/2018 aqui se deu conta do que segue.
Pode também ver os nºs 2046 e 2065.
Hoje em dia
estamos em
presença de
incidente
igual mas
com um mês
de existência
e ainda nada
foi feito.
Será que o
restauro
carece de
qualquer
projeto?
Ou estarão
à espera da
resolução
da compa-
nhia de
seguros?
Em vésperas de eleições é tudo muito bonito, tudo se
resolve e são muitas as vezes que se ouve:
Vamos fazer melhor, a gente é que somos bons, com
a gente não acontece...
No fim é como se vê.
Do trio nem um pio.
Do trio, como de costume, nem um pio.
Como se prova (ver 2486) só não repararam como
permitiram que a devassa continuasse.
E quando querem também sabem.
Mais uma vez alguém se dignou agir em conformidade
e nisso lhe estou grato mas a verdade é que nada passou
do papel.
Será que a Junta de Freguesia fez alguma coisa?
A única certeza é a de que eu não fui e não sou sabedor
do que quer que seja a tal respeito.
Passaram oito (8) anos.
Na terceira imagem são mostrados pombos mortos que
estiveram meses por remover.
De resto e do trio, nem truz nem muz.
Mais um exemplo de como estes Srs. Autarcas Câmara, Assembleia
e Junta de Freguesia zelavam pelos interesses dos seus munícipes e
fregueses.
Não tinham que fazer nada de especial só tinham que agir em
conformidade para que os ditos não fossem prejudicados.
Como era uso e costume, do trio, nem truz nem muz.