No nº 2500 punha-se em causa o não andarem de olhos
abertos e a prova vem hoje para dizer que mesmo mos-
trando-lhes as coisas eles não querem ver.
Só foram precisos quatro dias para que o previsto acon-
tecesse.

Claro está que mais uma vez não acusaram o toque.
E se alguém tivesse sido atingido?
Se eventualmente
estão a pensar que
a situação acabou
estão enganados.
E que dizer do te-
rem deixado criar
um palheiro no Bar
da Barragem?
A história do cavalo foi tes-
temunhada por alguém que
chamou a atenção do cava-
leiro que fez que não perce-
beu ou não ligou.
Ora digam lá se isto,
visto a todos estes
anos de distância,
era possível de ima-
ginar?
Do trio, nem truz
nem muz.

Mas pouco cuidadosos com o dinheiro dos contribuintes.
Mais uma vez o trio a quem o documento foi dirigido ficou
quedo e mudo.
Se houvesse um pouco de bom senso e de responsabilidade
chamadas de atenção como esta eram evitadas.
O puxão de orelhas
de ontem sempre
surtiu qualquer efeito.

Era escusado mas se não for assim as coisas não funcionam
mesmo estando à vista de quem tem obrigação de ver e é
pago para tal.
Na verdade e com medo das consequências lá contrataram
uma empresa da especialidade e o eucalipto lá foi podado.
Entre o alerta e a poda ainda decorreram cerca de 40 dias.
Se tivessem mais empenho no cargo este recado não tinha
sido escusado?


E já agora dizer:
Se andassem de
olhos abertos os
15 dias não ti-
nham passado
de umas horas,
ou um dia.
Esta frase obrigado pelas informações foi a resposta de um
alto dirigente autárquico.
Dizer que trazia o nome do Senhor e nada mais.
É como quem diz:
Para que é bacalhau basta.
A mensagem é de 12/08/2012.