Não fora a prepotência e o absolutismo nada disto
era necessário.
Então não é uma vergonha para quem a tem que o
cidadão comum tenha que escrever ao Senhor
Presidente da República e por duas vezes para resolver
uma situação que foi criada por quem tem a obrigação
de a resolver e a não quer resolver?
Não havia necessidade de mais este puxão de orelhas.
Com a vantagem de que quem está do lado da razão e,
sobretudo da verdade, sai sempre por cima.
Não sendo suficiente o puxão de orelhas para o trazer
à realidade mais uma vez fiz valer os meus direitos.
Foi em 05/06/2008 que e mais uma vez, recorri ao
Senhor Presidente da República para acabar com a
prepotência que continuava a reinar.
O que não deixa de ser estranho é que com tudo o
escrevi e disse os prepotentes nunca tenham sido
capazes de me responsabilizar pelas minhas afirmações.
Não arranjava tempo para me responder mas depois do
puxão de orelhas até se dispôs a convidar-me como se
de algum favor se tratasse.
Devo dizer que fui só para lhe dizer na cara aquilo que
já tinha escrito. Está aqui para servir e não para se servir.
Está a servir-se do cargo para me estar prejudicar.
Passados menos de vinte (20) dias a resposta não se fez
esperar.
Por via disso mesmo o absolutismo começou a quebrar.
Se se mentalizassem que são servidores públicos tudo
isto era evitável e não tinham passado pela vergonha
de mais alguém os ficar a conhecer.
... e das não respostas.
Não me restou outra alternativa.
É mais do mesmo.
Face à conversa desta gente dificilmente, não fossem as
evidentes provas, alguém acreditaria que tudo isto era
possível?
Passados dois (2) meses e sem qualquer resposta ou sina-
lização não me restou outra alternativa que não fosse a de
voltar ao tema para mais uma vez confirmar a má formação
desta gente e concluir também que são muito bons mas não
podem ser confrontados com a realidade.
Não é que fiquem paralisados.
Têm é prazer em prejudicar os outros como se a Câmara
fosse sua propriedade.
Concentrando a atenção apenas neste e nos 2 últimos é
caso para perguntar?
Será que qualquer ditador por muito ruim que fosse o
faria melhor?
As não respostas provam-no bem.