Uma pintura mudava o aspeto de abandono e ajudava a conservar.
A imagem da
esquerda faz
parte do aqui
publicado no nº
967 quando o
acontecido já
tinha, pelo me-
nos, 10 dias.
Hoje, passado mais de um mês, porque se mantém o lixo por recolher? Sei perfeitamente o porquê mas deixo à consideração de quem de direito para a resolução.
Na falta de melhor talvez um placar
amovível, como o que se mostra, pos-
sa solucionar o caso.
Amovível porque de vez em quando
convém que seja lavado.
No nº 937/Set/14
aqui se apelou à re-
moção do lixo em
cima à esquerda.
Levou algum tem-
po mas em com-
pensação também
removeram os almofadões. (Srs. moradores aqui não é a lixeira)
Por outro lado o candeeiro lá continua há mais de um ano e a fuga de água persiste.
...funcionário que contou os bancos,
gastou o seu tempo e utilizou meios
da Câmara para o fazer, eu, enquan-
to cidadão, posso até querer ser res-
sarcido por esta despesa desnecessá-
ria e delapidação de dinheiro público...
Não podia estar mais de acordo com o
que é dito anteriormente. (extraído da ata
nº 22/2014 Reunião Ordinária de 01.Out.2014)
Entendo que o Departamento de Apro-
visionamento já há muito que devia
estar orientado e instruído para, em qual-
quer altura, poder dar conta de todos os bens adquiridos pela Câmara, sua distribuição, aplicação ou consumo. Na era dos computadores não se perde tempo a contar bancos.
Tempos houve em que funcionários, com ou sem inventário, sabiam o indispensável para dar conta da falta (por exemplo) de
um computador. Ao que parece houve um que esteve em Lisboa a dar assistência a alguém que por lá andava a cursar.
Por outro lado era bom que se fizessem as contas, as expensas ou não da Câmara, para assim se saber quanto é que a Câmara deixou de receber com a negociata, (uso e abuso dos dinheiros públicos) aqui referida no nº 705/Jan/14. Neste caso, ao que parece, não houve candidatos para serem ressarcidos nem defensores para a NÃO delapidação do erário público. Tanto dinheiro (juros de mora) que dava para pagar a muitos funcionários.
Para a próxima bem podem incumbir os funcionários da limpeza urbana para, dentro do respetivo cantão, proceder à contagem. Era mais prático e a custos zero.