O poste da
esquerda, já
aqui mostra-
do por duas
vezes (ver
nºs 462/Mar/
/2013 e 764/Mar/2014) está a poucos dias de comemorar dois anos de desleixo.
O da direita parece estar em vias de se candidatar ao mesmo desleixo.
Devem assim completá-los e, no caso de não pretenderem atribuir-lhes qualquer utilidade, proceder à respetiva remoção para que não sejam e, pela negativa, mais dois objetos a dar nas vistas nas ruas de Almodôvar.
Os
montes
de
areia
(com
meses)
são

tantos
e de
tal
ordem
que
valia
a pena
pensar

no
seu
aprovei-
tamento
para
as
obras.
A julgar pelo aspeto trata-se de
peça indispensável ao bom fun-
cionamento da rede na qual es-
tá integrada.
Para além disso tudo leva a crer
que é de grande valor e, só por
isso, devia ter sido objeto de
melhor cobertura (chove como na rua) e da proteção necessária para que o interruptor não esteja à mercê de um qualquer.
Isto de ocupar os passeios e obrigar os respetivos utentes a circular pela faixa de rodagem não é novo.
Descansem que a invenção não é de agora. Podem recuar ao
nº 71/Out./2011 e verificarão que a prática de hoje é igual à de então.
Anteontem o do dono do prédio contemplado tinha dificuldades em aceder à sua porta. Claro que tinha sempre a possibilidade de passar por cima do vaso ou do carro.
Vá lá umas
ervinhas.
Embora de custos reduzidos é muito
antigo.
Tão antigo que tem anos e continua
por reparar.