Dado tratar-se de um caso de saúde
pública vou, apenas e só, relembrar
que os sacos de lixo de há quatro e
dois dias respetivamente, continuam
por recolher.
Por outro lado relembro também
que a estaca de ferro, aqui mostra-
da na semana passada, continua
na sua pose de impavidez e sereni-
dade.
O espetáculo em tudo é igual ao dos dias anteriores.
Lixo espalhado por tudo quanto é sitio, cinco contentores, três completamente vazios e dois nem meios estavam.
O saco da 4ª imagem já é de anteontem e o da 3ª juntou-se-lhe
hoje para lhe fazer companhia não vá o dito aborrecer-se de
estar sozinho. Entretanto já passa das 15.00 e os saquinhos,
que é coisa sem importância, lá continuam e possivelmente
mais uma vez para um outro dia.
Os contentores, tal como se mostrou ontem na última imagem, já são cinco. (a maioria vazios) Os sacos de lixo também não param de aumentar. Começaram por ser três e já vão em cinco com mais um outro que se lhes juntou ontem à noite Tudo na rua ao lado daquela em que estão os contentores sendo que o mais grave é que são 15.00 e não se vê qualquer movimento no sentido da sua remoção. Naturalmente que vão ficar para outro dia o que também já não é novidade para quem quer que seja. Quanto às faltas fácil é perceber que para além da pouca vergonha e desrespeito temos a má coordenação.
Com o mesmo titulo e há mais de três
semanas aqui se publicou a imagem da
esquerda e muitas mais. Ver nº1069.
No que às areias do citado nº diz respei-
to tudo se mantem na mesma (tudo por
remover) e hoje em dia só o aspeto mu-
dou. A última imagem que também é li-
xo e com mais de oito dias, juntamente
com as restantes em causa, são a prova do abandono a que chegou a limpeza urbana em Almodôvar e da pouca vocação para o efeito.

O caso da praça foi solucionado e, ao que parece, foi o corte de pneus que fez com que lancil fosse rebaixado evitando assim inconvenientes para os utilizadores deste espaço e despesas para a Câmara. Espera-se assim que o caso de ontem não se prolongue por muito mais tempo para que a Câmara não tenha que entrar em despesas desnecessárias e sobretudo não arranjar problemas aos que em nada contribuíram para a situação.