quarta-feira, 20 de maio de 2015

É como passar atestados de incompetência... -1160-

... a quem deles
não precisa.

 O primeiro caso já é 
velho e já aqui aflo-
rado  no nº 776/mar./
/14 e 888/jul/14.
Em entroncamento 
com rua de sentido 
único é normal, na-
tural e exigível a
presença de sinal 
de sentido obriga-
tório.
Julgo que isto não 
oferece qualquer dú-
vida a quem quer
que seja.
O que já não é nor-
mal, natural nem e-
xigível é que se a-
companhe a obriga-
toriedade com sinal díspar e ainda por cima sem qualquer nexo.
No primeiro caso e para confirmar a obrigação de ter que virar (neste caso  à direita) temos um sinal de proibição de voltar à 
esquerda. No segundo caso em que a proibição vai no mesmo
sentido somos brindados com um outro tipo de sinal que nos impede de ir para onde não podemos. Se por acaso isto não é 
passar atestados de incompetência é no mínimo gastar dinheiro 
dos contribuintes desnecessariamente. 
  

terça-feira, 19 de maio de 2015

É a ordem natural das coisas -1159-












Dificilmente alguém consegue estar em dois locais distintos
ao mesmo tempo.
Com as camionetas da Câmara Municipal de Almodôvar a-
contece precisamente a mesma coisa. 
Enquanto a camioneta da imagem (propriedade da citada
Câmara) hoje às 14.00 está a fazer de plataforma para que 
duas pessoas prestem assistência a um reclamo luminoso, 
que é pertença de particular e está igualmente em parede 
particular, não pode fazer o transporte, por exemplo, do 
vasilhame que vê na outra imagem e que já está por reco-
lher há muitos dias.


segunda-feira, 18 de maio de 2015

E tudo isto depois do anunciado "adeus" -1158-


O adeus é aquele 
(ver 1080/fev/15)
que foi publicita-
do no Boletim 
Municipal e que,
como se prova, 
não surtiu qual-
quer efeito prá-
 tico.
 Quanto ao caldo 
verde também não
é caso virgem.
Ver nºs 601/set. e
636/out. ambos 
de 2013 respetiva-
mente.


domingo, 17 de maio de 2015

Palavras p'ra quê -1157-





É só dar uma pequena volta pelas ruas e logo ficamos em contacto com a natureza. Há-as para todos os gostos.

sábado, 16 de maio de 2015

Abandono é sempre -1156-


Rústico ou
urbano é
prova que
não deixa
qualquer 
dúvida.

Um ano assim outro assado mas
é bem revelador do abandono.
Por outro lado também estamos 
na presença de alguma falta de
interesse uma vez que as mais
miúdas, desta vez, até estão 
junto da porta de alguém que, 
muito embora não tenha poder 
de decisão, bem podia colabo-
rar para que a limpeza urbana 
não fosse o que é.  

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Almodôvar, a nova sinalização e a sua eficiência -1155-

 O carro que vê na 
imagem de cima
está no fim de um
percurso que está
a fazer em marcha 
atrás e que teve 
início junto do 
Café Victória.
Praça da Repúbli-
ca e Rua do Reló-
gio intransitáveis
e, para contrariar
esta e outras situa-
ções idênticas, não
há um único sinal.
No caso presente 
e porque se trata 
de carro de matrí-
cula estrangeira, 
fácil é perceber 
que são pessoas 
(casal) que vêm às, muito publicitadas, festas. 
Com esta receção à chegada é natural que se sintam 
desapontadas e que façam algum comentário menos 
próprio.
EU VI e como já os conheço só tenho que os 
felicitar e recomendar-lhes mais atenção sobretudo 
quando se tratar de informar terceiros.






quinta-feira, 14 de maio de 2015

Não basta parecer é preciso ser... -1154-



 ... colaborante 
desinteressado
para que a Câma-
ra leve a bom ter-
mo a reestrutura-
ção que se propôs
fazer na Rua da 
Malpica e não só.

Como é bem visí-
vel e para que tal 
aconteça há que
proceder à aber-
tura dos mais va-
riados sulcos nos
também mais va-
riados tipos de parede. (dois ou três em cada uma)
Quer se goste ou não a verdade é que a obra não
pode estar sujeita às categorias das paredes. 
Todas com aquilo a que geralmente se designa por barra, 
são do tipo mais simples e comum, outras há em que 
barra é construída em pedra bujardada ou não e ainda as 
que aplicaram azulejos. Em qualquer dos casos e em quase 
todas, os referidos sulcos, atingem vários metros sendo que 
as dos azulejos têm grandes hipóteses de não voltar a ficar 
como estavam.
Com toda esta variedade de paredes e porque um dos sul-
cos, na primeira imagem, foi feito na parede do vizinho
será que há paredes de primeira e de segunda?
E se todos assim procedessem?
A Câmara não teria dificuldade em concluir a obra?
Como explicava depois à Assembleia que havia munícipes
que não lhes dava jeito os sulcos nas respetivas paredes?