... a quem deles
não precisa.
O primeiro caso já é
velho e já aqui aflo-
rado no nº 776/mar./
/14 e 888/jul/14.
Em entroncamento
com rua de sentido
único é normal, na-
tural e exigível a
presença de sinal
de sentido obriga-
tório.
Julgo que isto não
oferece qualquer dú-
vida a quem quer
que seja.
O que já não é nor-
mal, natural nem e-
xigível é que se a-
companhe a obriga-
toriedade com sinal díspar e ainda por cima sem qualquer nexo.
No primeiro caso e para confirmar a obrigação de ter que virar (neste caso à direita) temos um sinal de proibição de voltar à
esquerda. No segundo caso em que a proibição vai no mesmo
sentido somos brindados com um outro tipo de sinal que nos impede de ir para onde não podemos. Se por acaso isto não é
passar atestados de incompetência é no mínimo gastar dinheiro
dos contribuintes desnecessariamente.

Dificilmente alguém consegue estar em dois locais distintos
ao mesmo tempo.
Com as camionetas da Câmara Municipal de Almodôvar a-
contece precisamente a mesma coisa.
Enquanto a camioneta da imagem (propriedade da citada
Câmara) hoje às 14.00 está a fazer de plataforma para que
duas pessoas prestem assistência a um reclamo luminoso,
que é pertença de particular e está igualmente em parede
particular, não pode fazer o transporte, por exemplo, do
vasilhame que vê na outra imagem e que já está por reco-
lher há muitos dias.
O adeus é aquele
(ver 1080/fev/15)
que foi publicita-
do no Boletim
Municipal e que,
como se prova,
não surtiu qual-
quer efeito prá-

tico.
Quanto ao caldo
verde também não
é caso virgem.
Ver nºs 601/set. e
636/out. ambos
de 2013 respetiva-
mente.
É só dar uma pequena volta pelas ruas e logo ficamos em contacto com a natureza. Há-as para todos os gostos.
Rústico ou
urbano é
prova que
não deixa
qualquer
dúvida.
Um ano assim outro assado mas
é bem revelador do abandono.
Por outro lado também estamos
na presença de alguma falta de
interesse uma vez que as mais
miúdas, desta vez, até estão
junto da porta de alguém que,
muito embora não tenha poder
de decisão, bem podia colabo-
rar para que a limpeza urbana
não fosse o que é.
O carro que vê na
imagem de cima
está no fim de um
percurso que está
a fazer em marcha
atrás e que teve
início junto do
Café Victória.
Praça da Repúbli-
ca e Rua do Reló-
gio intransitáveis
e, para contrariar
esta e outras situa-
ções idênticas, não
há um único sinal.
No caso presente
e porque se trata
de carro de matrí-
cula estrangeira,
fácil é perceber
que são pessoas
(casal) que vêm às, muito publicitadas, festas.
Com esta receção à chegada é natural que se sintam
desapontadas e que façam algum comentário menos
próprio.
EU VI e como já os conheço só tenho que os
felicitar e recomendar-lhes mais atenção sobretudo
quando se tratar de informar terceiros.
... colaborante
desinteressado
para que a Câma-
ra leve a bom ter-
mo a reestrutura-
ção que se propôs
fazer na Rua da
Malpica e não só.
Como é bem visí-
vel e para que tal
aconteça há que
proceder à aber-
tura dos mais va-
riados sulcos nos
também mais va-
riados tipos de parede. (dois ou três em cada uma)
Quer se goste ou não a verdade é que a obra não
pode estar sujeita às categorias das paredes.
Todas com aquilo a que geralmente se designa por barra,
são do tipo mais simples e comum, outras há em que a
barra é construída em pedra bujardada ou não e ainda as
que aplicaram azulejos. Em qualquer dos casos e em quase
todas, os referidos sulcos, atingem vários metros sendo que
as dos azulejos têm grandes hipóteses de não voltar a ficar
como estavam.
Com toda esta variedade de paredes e porque um dos sul-
cos, na primeira imagem, foi feito na parede do vizinho
será que há paredes de primeira e de segunda?
E se todos assim procedessem?
A Câmara não teria dificuldade em concluir a obra?
Como explicava depois à Assembleia que havia munícipes
que não lhes dava jeito os sulcos nas respetivas paredes?