quarta-feira, 16 de dezembro de 2015

Só temos o que merecemos -1359-



ITM- Índice de transparência Municipal.
Mede o grau de transparência das Câma-
ras Municipais.
Como a nossa ocupa o honroso lugar de 
ducentésimo quadragésimo primeiro
é espetável que alguém se digne (com a
verdadeira transparência, aquela a que 
temos direito) dar a conhecer as causas 
de tão brilhante classificação.  
Será que para conhecermos os que contribuíram para a dita
classificação ainda teremos de recuar a tempos anteriores ao
Memorial ou poderemos apostar, apenas e só, no que temos 
à disposição no dito?
Por mim, com qualquer papel metido na caixa do correio co-
mo os que usam para fazer passar outras mensagens, fico 
satisfeito.
Por meio da transparência a pessoa é  o que é, 
nem melhor e nem pior. 
Já agora aproveito. 
Não são precisos ANOS  para se passar de um estado mau, 
herdado ou não, para um outro aceitável.
Uma Câmara Municipal, que me dispenso de dizer o nome,
em 2014 estava (a nível de transparência) no lugar 197º. e
hoje ocupa o 28º. 
Uma outra passou da 287ª para 5ª (Quinta)





terça-feira, 15 de dezembro de 2015

Outros tempos outra gestão -1358-



Tempos houve em que a Câmara
tinha apenas uma retroescavadora
(menos potente do que qualquer 
uma das atuais) e fazia todos os 
serviços inerentes à dita.
Hoje em dia tais serviços são re-
alizados por meios extra Câmara
e quase sempre (num destes casos
assim aconteceu) com a pomposa  justificação de que a dita 
Câmara (de Almodôvar) não tem meios próprios. 
As duas demolições que vê à direita custaram ( julgo que 
sem IVA) 8.587,46 € 
Os mencionados trabalhos não duraram quinze dias.
Quanto custa, ao ano, um manobrador duma das máquinas
da Câmara?

Então
as re-
troes-
cava-
doras
da Câ-
mara
sò 
servem
para 
arquinhos.
e balões?
E o que
dizer das
camionetas? Transportar a vaca
do carnaval não é a mesma coisa do que carregar entulho.








domingo, 13 de dezembro de 2015

Não haverá quem empreste -1357-













Não é que a Câmara Municipal de Almodôvar não esteja devidamente apetrechada.
Acontece é que as retroescavadoras da Câmara não são 
utilizadas em demolições. Será que também não podem
ser utilizadas em carregar o lixo?
Também não era preciso que o dito se acumulasse até dar
carrada para a Scania.
Ver nºs 74/out.2011, 873/jul./14 e1258/agot./15



















sábado, 12 de dezembro de 2015

É falta de vontade ou não têm tempo? -1356-


Para a remoção 
 dos postes de 
cimento que
vê à esquerda
foram precisos 
mais de seis a-
nos e meio.
Ver nº 158/
                              
                             abril/2012











Esta outra lástima, com mais de três anos, e aqui mostrada
nos nºs 535, 561, 865, e 1174/jun./15, merecia outra
sorte. Será que nos intervalos das festas não dá para dar
assistência a estas situações?



O verde 
passou por
aqui quatro
vezes e já
atingiu a
quinta se-
mana.



As outras duas situações têm meses.













sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

Antes que seja tarde -1355-

                     
                      Vejam lá se providenciam o vazamento.
  P.S. Não esquecer que este não é único.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2015

"Os últimos são os primeiros" -1354-

 Amarelo é a cor da camisola que se atribui ao que chega
em primeiro.


Em matéria tão
importante e que
a todos diz res-
peito, como é 
possível que al-
guém, que não
têm informação
privilegiada, se
antecipe a publi-
car, com três me-
ses de avanço, a-
quilo que outros
só agora se lem-
braram de tornar
público.

Estas publicações
podem ser vistas
nos nºs 1269, 
1268 e 1267 to-
das de set./15










quarta-feira, 9 de dezembro de 2015

Era bom que fosse só desleixo -1353-











Com mais de um mês por reparar
aguardam melhores dias. Ver 1331
e 1336/nov. passado.
 







Onde quer que vai lá fica abandonado a aguardar nova
obra. Será que está proibido de estacionar no parque?
 









O stop já tem tempo mais que suficiente 
para regressar ao seu poste.
Quanto à água que há cerca de mês e 
meio que corre ininterruptamente (ver 
1341/nov/15) é mais que evidente que,
com este proceder e a fazer fé no que
foi dito no respetivo congresso (a responsabilidade na gestão da água
diz respeito a todos)  há alguém que 
não está, minimamente, a fazer a parte que lhe está atribuída.