Não para dirigir e orientar festas, bailes e bailaricos
porque esses estão sempre em conformidade.
Precisa-se é de quem se encarregue de orientar os bens
imóveis da Câmara Municipal.

Refiro-me concretamente a alguém que
perceba que em propriedade da Câmara
Municipal de Almodôvar existe um so-
breiral que tem que ser olhado com res-
ponsabilidade.
Como a seguir se mostra esta situação
não é virgem.
Não é que
o local se-
ja o mais
apropria-
do.
De qual
quer ma-
neira é re-
velador
de ter ha-
vido quem
se interes-
sasse pelas
peças.
(chapa de ferro
e telhas)
Porque será que com
o pino em falta a histó-
ria se repete? (é 4ª vez)

Sabe-se quem o tira
mas nunca se sabe
a quem cabe a obri-
gação de o recolo-
car.
Só faltam os outros há muito mais
tempo prostrados e a quem também
é necessário dar a devida atenção.
Ver nºs 1849, 1852 e1858.
Em julho/16 aqui se mostrou
esta e as vizinhas, da mesma
rua, dado o estado de degra-
dação.
Se por acaso o prazo de du-
ração é só de um ano bem
podem repetir a dose.
Em junho de 2011 e à laia de entretenimento aqui se lamentava
a falta de bancos no jardim da entrada Norte.
No dia seguinte apresentava-se uma possível solução ou dava-
-se uma sugestão.
Passados mais de
seis (6) anos o jar-
dim foi contempla-
do, nem mais nem
menos e de uma só
vez, com dois (2)
bancos e que para
os quais muito con-
tribuiram os pedidos
e apelos dos moradores da zona.
Poupar água é dever
e obrigação de todos.
Câmara Municipal
inclusive.
Os lismos são bem
reveladores do tempo.