Em relação ao nº 1931.
Está bom de ver que
os milhares de euros
gastos não sortiram
o efeito desejado.
Em março de 2015
era assim ➽➽➽➽➽➽➽
Hoje em dia é como é mostrado nas
três imagens pequenas.
Desde há
anos que
aqui se
tem vin-
do a in-
sistir pa-
raque esta
incúria
tenha um
fim.
Estas
➽➽➽➽➽
imagens
de 2014
(ver nº 786)
ilustram bem a situação. Porque não tem tido solução de novo
se juntam imagens, atuais, na
esperança de que a empresa
que há dois dias procedeu à
limpeza dos sumidouros tam-
bém tenha ALVARÀ compa-

tível
com
a lim-
peza
de ber-
mas e
vale-
tas e
assim lhe seja entregue,
ou a qualquer outra, es-
te trabalho pondo fim a
esta caricata situação.
Os anos de atraso continuam.
A Câmara Municipal de Almodôvar, presentemente, traz
empresa particular, contratada, na limpeza e desobstrução
dos sumidouros na via pública.
Face ao
que se
disse e
mostrou
em se-
tembro
de 2014➽➽
será que
temos es-
tado estes
anos com
deficien-
te limpe-
za por fal-
ta de pes-
soal espe-
cializado
para a com-
plicada
tarefa?
Será por-
que este➽➽
modelo
não é a-
plcável
ou esta
contrata-
ção é mais
uma ajuda
para o comércio local?
No último
dia de julho
já aqui se
dava con-
ta da crise
da água
(nº 1859)
com cha-
mada de
atenção
para a Câ-
mara Mu-
nicipal de
Almodôvar.
Em agosto (ver nº1874) de novo se apelava à Câmara
Municipal no sentido de não descurar a situação.
Juntaram-se mais imagens do desnecessário desperdício
mas a verdade é que até ao dia de ontem nada foi feito.
Para terem começado em véspera de feriado, mais valia
estarem quietos.
Será que
este ➽➽
jornal os
despertou
para a re-
alidade?

Se assim foi é pena
porque as evidências
não enganam e em
tempo de crise, anor-
malidades como esta,
são para começar e
acabar.
Peçam às pessoas que
não lavem os carros,
os quintais e que evi-
tem gastos desneces-
sários mas depois não
permitam nem alimen-
tem situações como es-
ta.
Gerir festas e bailaricos é bem mais fácil.
Depois de meses encerradas será que alguém (responsável)
já se preocupou em pensar como é que os utentes se governam?
É só irem à Praça (centro histórico) e depressa se aperceberão
do transtorno até para quem nos visita.
Para além disso será que o local é o mais apropriado?
Criar uma ilha ecológica à semelhança e a exemplo das
já existentes (que pouco têm de ecológico) junto de um
infantário, será a melhor maneira de proteger o ambiente?
Qualquer desorganização bem organizada não faria melhor.