Será que a poupança da água obriga a que se sacrifiquem canteiros? Pode haver alguma razão mas o que não se compreende são situações como as que seguem.
Ambas duraram dias. Aqui benefi- ciaram da ausência de contador. Porquê?
Normalmente trazem sempre a esfarrapada desculpa do desenvolvimento, ajuda e dinamização ao comércio local.
Num dos últimos foi mais que evidente faltando apenas e, em nome da transparência de que tanto falam, dizer onde fica localizado o tal comércio que beneficiou do evento.
Onde fica a fábrica das bóias, t-shirts e óculos? O ar para encher as bóias foi oferta.
A imagem de cima representa o regresso do Senhor do Calvário ao seu nicho após uma ausência para o restau- ro do dito. Há mais de trinta e oito anos, foi preciso um an- daime mas nem de lon- ge nem de perto, levou o tempo que ora tem le- vado o atual restauro.
Para quando a interdição ao palanque? Será preciso haver um qualquer acidente? Trancar estas portas antes que o vento as parta também se aconselha. Será que a escada de acesso ao palanque está nas melhores condições?