Como se se tratasse de um grande feito anuncia-se,
em jornaleco, o fim da obra.
Esqueceram-se foi
de dizer que a obra
tinha prazo de 270
dias para conclusão
e que estamos a pou-
cos dias de se assi-
nalarem os três (3)
anos do início da
dita.
Isto são notícias
pela negativa e não
foi por falta de aler-
tas aqui deixados.
Para conseguir melhor nitidez clique em cada
uma das imagens.
Se por acaso tal vier a acontecer não façam como no caso
de ontem.
Façam bem as contas e em vez de adquirirem 40 latões de
tinta façam-no para 80 ou 120.
Não esquecer que é feito de borla.
Quanto às
peças do
pavimento
e ao pó de
pedra, da-
do o tempo
que têm, é
de todo
convenien-
te umas pedrinhas de sal para conservar.
Tal como é uso e costume o alerta no nº 2351 para este degrau
caiu em saco roto.
O bocado de pedra andou por lá muitos dias sem lhe darem a
devida importância e agora desapareceu.
Ou será que o guardaram?
Está visto, preferem o desleixo.
Os buracos persistem e as
pedras já desapareceram.
Estou cansado de dizer que
este serviço é gratuito, feito
sem o uso de dinheiros pú-
blicos e para bem de Almo-
dôvar.
Mais humildade não lhes
ficava mal, não evidenciavam tanto desleixo e incompetência.
Como atrás se mostra e prova
esta gente não enxerga.
Antes a esfregar-me no oleão
ainda passava.
Agora a coisa ficou mais com-
plicada.
E que dizer a uma senhora que
queira passar com um carrinho
de bebê?